Tailândia – Bangkok e Arredores

Para os brasileiros que vão para a Tailândia, uma notícia boa: não é preciso tirar visto, desde que a estadia seja limitada a 90 dias (informação confirmada em 2014 no site do Itamaraty!)

Dica da Karine: Ao desembarcarem, os passageiros vindos da América do Sul e África (isso mesmo..) devem preencher um formulário adicional de Health Security. É só preencher e entregar, o balcão fica no corredor de desembarque, há sinalização!

Sobre transporte do aeroporto ao hotel, como há um trem que leva à cidade e faz conexões com o metrô, vale a pena checar se o hotel fica perto de alguma estação. O valor do trecho é 45BAHT por pessoa (cerca de 5 reais). 

Outra ótima e perfeita opção de locomoção é o Uber! O aplicativo funciona super bem em Bangkok e evita as famosas tentativas de extorsões (scams) de taxistas e tuc tucs.

Em Bangkok, sabíamos que queríamos ficar na região de Silom, que fica perto do mercado noturno e possui diversas opções de massagem, bares e comida, sem ser a loucura da Kaosan Road. Optamos pelo Holiday Inn Silom e nossa estadia foi super boa. Recomendo.

DIA 1

No nosso primeiro dia, chegamos de São Paulo por volta das 15:00 e, como eu sabia que o fuso seria pesado, não programamos nada na parte da tarde, o que acabou sendo bom, porque simplesmente não aguentamos e capotamos na cama do hotel a tarde toda – péssima estratégia para combater o fuso, mas fomos vencidos pelo cansaço.

Acordamos renovados à noite rsrs e fomos andando pelas ruas perto do hotel, para experimentar a nossa primeira massagem tailandesa.

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Aliás, a massagem tailandesa é um capítulo à parte. Eu gosto de massagem pesada, então adorei a body massage deles. Mas o que amei mesmo foi a footmassage, que fazíamos todo dia antes de voltar pro hotel – não consegui terminar NENHUMA acordada, de tanto que relaxava. Cada dia íamos escolhendo um lugar aleatório e todas foram muito boas!

Depois da massagem, já fomos direto para a rua mais famosa de Bangkok – a Kaosan Road. A rua é o reduto dos mochileiros e é cheia de barraquinhas de comidas, lojinhas, vendedores ambulantes, lugares de massagem, etc! É toda cheia de luminosos e o volume sonoro dos bares é alto. Tudo por lá é mais barato, desde os hotéis até as agências de turismo. Se decidir se hospedar por lá, procure os hotéis nas ruas paralelas, que não ficam tão no meio do caos.

Eu adorei conhecer a rua, mas a não ser que você esteja viajando num esquema mochilão, eu optaria pela região de Silom para me hospedar. Andamos de uma extremidade à outra, fizemos massagem, vimos todas a lojinhas, não tive coragem de provar as comidas (era o primeiro dia, me arrependo), e sentamos tomar uma cerveja num barzinho e ver o movimento.

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Depois, achamos um restaurante super gracinha numa rua paralela, todo aberto e lotado de gringos. Pena não lembrar o nome pra dar a dica. Mas na rua exatamente paralela à Kaosan tem vários restaurantes desse estilo.

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Pegamos um tuk tuk e voltamos super felizes para o hotel, já estava amando Bangkok.

DIA 2

No segundo dia de manhã, fomos conhecer o Mercado Flutuante. Há vários ao redor de Bangkok, mas o mais famoso é o Damnoen Saduak. Achamos mais fácil fazer o passeio via agência e como o tempo era curto, reservei aqui do Brasil com a Diethelm (já falei dela no post do Camboja). Mas se não estiver com tempo tão apertado, dá tranquilo pra deixar pra reservar por lá, tem muitas agências que fazem esse roteiro.

De manhã cedo uma van nos pegou no hotel e nos levou a um lugar onde pegamos os barquinhos conhecidos como barcos rápidos James Bond – porque no filme o James Bond participa de uma perseguição com esse barco hahaha. Aliás, quase tudo o que apareceu no filme James Bond – O Homem com a Pistola de Ouro (1970) leva o nome de James Bond por lá, tipo orgulho nacional.

Os barquinhos vão passando por uns canais com várias casas e templos e é bem legal ir observando a vida dos locais até chegar no mercado.

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Chegando lá, descemos e fomos conhecendo as lojas à pé. É impressionante a variedade de coisas vendidas, mas a parte mais interessante mesmo são as frutas e flores comercializadas nos canais.

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Por isso, decidimos pegar um outro barquinho (não estava incluído no passeio) para circular pelos canais do mercado, vendo de perto tudo aquilo. Passamos quase a manhã inteira por lá.

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Uma observação. As agências geralmente combinam o mercado de manhã com o Parque dos Tigres à tarde. Fiquei meio com o pé atrás dos tigres serem dopados e tive dó, então acabamos não indo. Se tiver interesse nos tigres, acho que a opção das agências é a mais recomendável, porque assim seu dia seguinte (que optamos por ir a Ayuthaia) fica todo livre pra conhecer os templos de Bangkok.

Enfim, depois do Mercado Flutuante, voltamos para Bangkok para conhecer os templos principais.

O primeiro que fomos foi o Wat Traimit, ou templo do Buda Dourado. Foi o templo que menos gostamos. Apesar do Buda ser inteiro em outro maciço, razão da sua fama, ele é pequeno e não impressionou tanto. A visita é super rápida, porque além do Buda não tem muita coisa pra ver.

Dica da Karine: Aproveite que o templo fica na Chinatown para conhecer as imediações conforme as dicas mais abaixo. A Tailândia tem uma das maiores comunidades chinesas fora da China (claro!) do mundo.

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De lá, fomos direto ao Wat Pho, ou Templo do Buda Deitado. É um símbolo bem conhecido de Bangkok e aquele Buda gigante deitado realmente impressiona pelo tamanho! Além do Buda, Wat Pho tem uma escola famosa de massagem e é legal aproveitar para agendar uma massagem por lá. Também andamos bastante ao redor do templo, que tem vários lugares bonitos, bem ao estilo tailandês.

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O Wat Pho fica bem pertinho do Grand Palace, na minha opinião, a estrela de Bangkok. São vários edifícios, jardins e esculturas, todos muito decorados, bem coloridos e brilhantes.

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O Grand Palace é um complexo enorme e vale a pena separar uma boa quantidade de tempo para ver tudo de perto e se impressionar.

Eu adorei tudo e a parte principal do Palácio é o templo onde fica o Buda de Esmeralda. Antes de entrar no lugar, há um altar de oferendas e água com flor de lótus, que eles usam para se benzer.

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Embora possa entrar no templo, é proibido tirar foto lá dentro, então segue uma foto tirada da porta que dá pra ver mais ou menos a riqueza do lugar.

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Do Grand Palace, pegamos o barquinho que atravessa o rio para ir visitar o Wat Arun, ou Templo do Pôr do Sol. O templo em si é lindo, mas a principal atração do lugar é mesmo subir no seu topo. Depois de um tempo lá em cima percebemos que o sol se põe, na verdade, do lado do rio onde fica o templo – ou seja, se estiver em cima do templo, não dá para ver o pôr do sol, que deve ser observado da margem oposta do rio. Mas vale subir mesmo assim para uma visão panorâmica da cidade.

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Pegamos então um outro barquinho que passava perto do nosso hotel para ir embora (esses barquinhos são tipo ônibus, que vão parando ao longo do rio). Estava muito muito cheio (todo mundo voltando pra casa em final de expediente), mas em que meio de transporte você tem essa visão?

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Em todos os templos os joelhos e ombros devem estar cobertos, então, apesar do calor, vista-se! Eu achei que cobrir os ombros com uma pashmina seria suficiente, mas não lembro em qual dos templos um simples lenço não adiantou, eu tinha que estar com uma roupa que cobrisse essa parte do corpo. O resultado foi a compra de uma blusa horrível e superfaturada em frente do Grand Palace, essa beleza que vocês viram nas fotos rs!

Dica da Karine: atualmente no Grand Palace é oferecida gratuitamente uma camisa/calça/saia. Você deixa um depósito de 200Bahts e pega na volta.

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se você não ligar de ficar com essa camisa B-O-N-I-T-A…

O What Traimit, o Wat Po e o Grand Palace são relativamente perto um dos outros e dá pra fazer à pé (o trajeto total é de +/- 4km). Eu sempre gosto de andar pelas ruas, porque a gente vai sentido como é a vida da cidade mesmo. Se não quiser encarar a caminhada, dá pra ir de tuk tuk ou de taxi (negocie o preço antes ou vá de Uber 🙂). Pro Wat Arun, o melhor jeito é pegar o barquinho que atravessa o rio mesmo.

Templos

À noite, decidimos conhecer o famoso Sirocco Skybar, o bar no topo do hotel Lebua, onde foi gravado o filme Se Beber Não Case. Se quiser jantar no restaurante, vale a pena fazer reserva online antes, porque é bem cheio!

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A vista lá de cima é muito legal e recomendo que vá tomar pelo menos um drink! O dresscode não permite bermudas e chinelos, então leve uma roupa mais arrumadinha.

DIA 3

No terceiro dia, fomos conhecer a cidade de Ayuthaya, que foi capital do Reino do Sião (antiga Tailândia) por 417 anos. Também pegamos o passeio com a Diethelm. A cidade fica a 76km de Bangkok e o tour dura o dia inteiro, passando por diversos templos em ruínas, alguns mais, outros menos conservados.

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No dia, achamos o passeio muito legal (ainda não tínhamos ido pro Camboja), mas depois de ir para Angkor, achei que talvez a visita possa decepcionar um pouco caso a mesma viagem inclua o Camboja antes.

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Dica da Karine: a cidade de Ayuthaya pode ser visitada de bike! É uma delícia passear pelos templos assim. São próximos um dos outros e com um mapa na mão é fácil chegar em todos. O aluguel, em 2016, era 50 baht (quase 6 reais).

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À noite, fomos conhecer o Mercado Noturno e ver um dos famosos shows de Ping Pong. Tinha até pegado umas indicações na internet, mas chegando lá achamos melhor entrar nos mais cheios mesmo. Os preços são dos mais variados. O que fomos acho que pagava 10 dólares e ganhava uma cerveja de consumação. Assistimos um pouquinho do show e fiquei bem impressionada com o que elas conseguem fazer hahah. Vimos uma moça fumando, a outra apagando velhinhas do bolo, uma outra abrindo uma garrafinha de cerveja, etc. Como o intuito era só conhecer mesmo e elas enchem um pouco o saco vindo toda hora pedir caixinha, ficamos pouco tempo.

Além dos lugares que citei acima, a China Town de Bangkok é super famosa. Como iríamos pra China no final da viagem, nós deixamos passar! Na verdade, descemos um dia na estação errada do barquinho e aproveitamos que estávamos lá no meio pra dar uma volta aleatória.

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Caso você se interesse por culinária tailandesa, tem vários cursos de um ou meio dia para turistas.

Pra não ficar muita informação num post só, as dicas das praias estão em outro.

Foram muitas fotos por aqui, mas gostei tanto de Bangkok e que não consegui selecionar poucas. Vale muito a pena conhecer!

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Sudeste Asiático e China – Programando a Viagem

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Em 2012 decidimos conhecer o Sudeste Asiático e queríamos aproveitar que já estávamos por lá pra realizar um antigo sonho meu: conhecer a muralha da China.

Geralmente, o roteiro do Sudeste Asiático inclui Tailândia, Vietnam, Laos e Camboja, mas como decidimos incluir a China, o Laos ficou de fora.

Tínhamos só 20 dias de férias (que, juntando nos finais de semana, deu 22 de viagem) pra fazer tudo, então a parte da China ficou restrita a Pequim e Xian.

A China tem muitos lugares interessantes pra conhecer e o ideal é separar umas férias só para o país, mas a ansiedade de conhecer a muralha não me deixou fazer isso. Então combinamos de fazer as duas maiores atrações naquelas férias (muralha e soldados de terracota) e depois voltar alguma outra vez pra conhecer o resto do país.

Escolhendo a Época

A primeira coisa a se pensar numa viagem à Ásia é escapar da época das monções, com chuvas fortes e tufões que podem estragar sua programação. O problema é que em cada país o clima é diferente , então se seu roteiro incluir vários países, descobrir a melhor época pode ser um quebra-cabeças.

Na nossa viagem não foi difícil, porque na costa oeste da Tailândia (praias que visitamos), no Vietnã e no Camboja as monções vão de maio a outubro.

Então a melhor época para a visita seria de dezembro a abril. Acontece que na China faz frio, muito frio no inverno (quando é o nosso verão), então pra fugir das temperaturas baixas, o melhor mês seria o de abril.

Roteiro

Nosso roteiro ficou da seguinte forma (clicando nos links, vai direto pro post específico):

Dia 1. Dom. Bangkok. Chegada e tarde livre. Noite na Khaosan Road.

Dia 2. Seg. Bangkok. Manhã- Mercado Flutuante (Damnoen Saduak). Tarde- Wat Traimit, Wat Pho, Grand Palace e Wat Arun. Noite – Sirocco Sky Bar

Dia 3. Ter. Ayuthaya . Noite: mercado noturno para ver show de ping pong

Dia 4. Qua. Bangkok/Ho Chi Minh. Museu da Guerra e City Tour.

Dia 5. Qui. Ho Chi Minh. Túneis e Cu Chi.

Dia 6. Sex. Ho Chi Minh/Siem Reap. Aldeia Flutuante. Noite. Pubstreet e arredores.

Dia 7. Sab. Siem Reap. Nascer do Sol em Angkor Wat. Tarde – South Gate, Templo Banyon, Royal Enclosure, Phimeanakas, Baphun e Terraço dos Elefantes.

Dia 8. Dom. Siem Reap. Ta Prohm logo cedo. Prasat Kravan e Srah Srang. Neak Pean,Preah Khan.

Dia 9. Seg. Siem Reap/Phuket. Dia no hotel e noite na área de Patong.

Dia 10. Ter. Puket/Ko Phi Phi Don. Livre.

Dia 11. Qua. Ko Phi Phi. Phi Phi Leh, Maya Bay e Lagoa Azul. Final da tarde no view point para por de sol e já ficar para as baladinhas de LohDaLum.

Dia 12. Qui. Ko Phi Phi/Krabi. Railay beach e hotel.

Dia 13. Sex. Krabi. James Bond Island e caiaque na grutas.

Dia 14. Sab. Krabi/Bangkok/Pequim. Deslocamento.

Dia 15. Dom. Pequim. Praça Tiannamen, Cidade Perdida e Palácio de Verão. Noite: Mercado Noturno de Donghuamen

Dia 16. Seg. Pequim. Muralha da China e Ming Tombs.

Dia 17. Ter. Pequim. Parque Tian Tan e Templo do Céu, Templo Lama, Hutongs, Torres do Tambor e do Sino.

Dia 18. Qua. Pequim/Xian. Muralha de Xian, Forest of Stones Tablets. Noite: Show de Luzes na Big Wild Goose Pagoda.

Dia 19. Qui. Xian/Pequim. Guerreiros de Terracota e retorno a Pequim.

Dia 20. Sex. Pequim/Dubai. Dia no Banyan Tree Al Wadi.

Dia 21. Sab. Dubai. Dubai Mall.

Dia 22. Dom. Dubai/SP. Retorno.

Achei que com esse roteiro deu pra conhecer bem todas as cidades, mas aqui vale uma observação. Eu, particularmente, não gosto de passar horas no mesmo ponto turístico ou ficar descansando no hotel, café ou restaurante. Tenho um ritmo de viagem rápido e gosto de planejar os roteiros assim.

O fato de termos feito Tailândia em duas partes (Bangkok e depois praias) foi pra aproveitar ao máximo cada lugar, devido aos horários de voos.

Passagens

Pegamos as passagens de ponta pela Emirates, numa super promoção, por R$2.500,00 ida e volta. Vale a pena ficar de olho porque a Emirates sempre lança uns descontos. O voo SP-Dubai dura umas 15 horas e Dubai-Bangkok mais umas 6. A mesma coisa na volta.

Esse ano voamos de Qatar e achei a qualidade da Emirates infinitamente melhor! Agora a Singapore Airlines também tem voos SP/Cingapura, então vale a pena pesquisar.

Pro voo não ficar muito puxado, acrescentamos dois dias de descanso em Dubai na volta. Como já conhecíamos a cidade, ficamos o primeiro dia só relaxando num hotel no meio do deserto e o segundo no Dubai Mall, porque também somos filhos de Deus hehehe.

Para as passagens internas fomos secos no skyscanner (eu sempre faço as buscas por ele pra comparar preços e horários, mas compro a passagem direto nos sites das cias aéreas), que traz todas as low costs asiáticas! Geralmente a AirAsia vai resolver todos os seus problemas, mas acabamos decidindo mesmo pelos horários de voos e usamos as seguintes cias aéreas, sem problemas em nenhuma delas.

Bangkok/Ho Chi Mihn – Air Asia (1:30h de voo)

Ho Chi Mihn/Siem Reap – Cambodia Angkor Air (1:20h de voo)

Siem Reap/Phuket – Bangkok Airways (3:00h horas de voo)

Krabi/Bangkok – Air Asia (1:20h de voo)

Bangkok/Pequim – Air China (5:40h de voo)

Pequim/Xian/Pequim – Air China

Os deslocamentos Phuket/Ko Phi Phi e Ko Phi Phi/Krabi fizemos com o barco do hotel de Ko Phi Phi, que oferecia uma lancha bem mais rápida que a balsa normal.

Os roteiros detalhados sobre cada cidade, assim como as explicações sobre como tirar os respectivos vistos, estão nos próximos posts.