Bali – As Praias

** Os posts de Bali subiram na ordem errada. Fique atento porque são 6, na ordem correta: Programando a Viagem, Ubud, Bali Leste, Arredores de Ubud, Bali Central e Praias.

Como disse no post de dicas práticas, tinha escutado de muita gente e lido em muitos lugares que as praias de Bali não eram tão bonitas assim. Eu discordo e concordo ao mesmo tempo.

As praias mais turísticas, como Seminyak e Nusa Dua, não tem nada demais mesmo. Areia e água do mar escuras. Mas todas as outras praias que visitamos eram muito bonitas, como poderão ver nas fotos. Pode ser que demos sorte, porque o mar estava super calmo, o que faz a água ficar transparente. Em Padang Padang, que é famosa por suas ondas, pegamos uma piscina. Pode ser que quando o mar esteja agitado, a água não fique tão clara assim e por isso as pessoas não gostem tanto, mas vi na internet fotos bem bonitas das praias que passamos, quando estava fechando nosso roteiro.

Feitas essas considerações, vou passar o que conhecemos.

No DIA 7, estávamos chegando de Gili Trawagan e escolhemos um barco que nos deixasse no porto de Seragan, mais perto de Seminyak, onde montamos base para conhecer a região das praias. Mas, antes de ir para o hotel, demos uma desviada para o Templo de Tanah Lot. O templo fica dentro do mar e o complexo todo é bem bonito.

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Quando a maré está baixa, é possível ir caminhando até o templo, onde há religiosos dando benção. Eles pedem uma contribuição, à sua escolha. É super rápido. Você lava o rosto, eles fazem uma reza, colocam um punhado de arroz na sua teste e uma flor na sua orelha.

 A visita ao lugar é bem famosa no pôr-do-sol. Mais para cima do templo, há vários restaurantes, onde dá para ficar tomando alguma coisa e esperando pelo espetáculo. É bem bonito ver a figura sombreada do templo contra o céu de final de tarde.

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Nós tiramos muitas fotos, mas a melhor saiu no meu celular!

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À noite, depois de ir para o hotel e deixar as malas, fomos jantar no La Lucciola. O restaurante não fica Restaurant Street, é de frente para o mar. Tem a parte da frente toda aberta e é bem bonito. Precisa reservar, porque fica bem cheio. A comida é gostosa (mistura de italiana com balinesa), mas o preço é um pouquinho acima da média. Vale mais pelo ambiente.

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Embora a praia de Seminyak não seja nada demais, escolhemos a cidade como base para conhecer a região das praias porque ela é bem agitada à noite, com vários bares, restaurantes e lojas. Por outro lado, não é a muvuca e bagunça de Kuta (que nem passamos perto, depois de ouvir tanta gente falando mal).

No dia seguinte (DIA 8), ficaríamos em Seminyak. Os planos eram passar o dia no beach club Potato Head e, um pouco antes do final da tarde, ir para o Ku de Ta assistir ao pôr-do-sol.

** O Bali Bible traz várias recomendações de beach clubs, muitos são próximos a Seminyak. Aqui.

O que nós não sabíamos é que era dia de eleições e a maioria dos estabelecimentos comerciais estaria fechada. Chegando no Potato Head, demos com a cara na porta! Ligamos para o Ku de Ta e eles informaram que só abririam a partir das 16h. Apesar do nosso hotel ter piscina, ela era pequena e não queríamos ficar ali morgando o dia todo. O Roby (ligamos para ele heheh) deu a dica de irmos ao Hotel W, que com certeza estaria aberto.

Dito e feito. É possível usar a (enorme) piscina do hotel mesmo não sendo hóspede. Paga-se uma taxa de aproximadamente 30 dólares, consumíveis. Como almoçaríamos por lá, não foi problema. O bom do W é que ele fica de frente para a praia, então dá para ir alternando a piscina com o mar.

Quando chegou perto das 16:00, partimos para o Ku de Ta. Apesar de ser um beach club, as cadeiras não ficam na areia. Elas ficam em um jardim atrás da praia e não há piscina. Como já era final da tarde, não estávamos muito interessados em tomar sol, mas não acho que seja um bom lugar para passar o dia inteiro.

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A coisa muda no final da tarde. Várias pessoas chegam por lá para ver o pôr-do-sol e tem um DJ tocando música. É bem animado e aquele dia foi lindo!!

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Logo que o sol se põe, eles colocam umas velas nas cadeiras que dão para a praia e abrem o restaurante. Nós não ficamos para a noite porque estávamos de biquíni. Um bom esquema é chegar para o pôr-do-sol já de banho tomado e ficar por lá para jantar. Vi muita gente fazendo isso e me arrependi de não ter feito o mesmo.

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Para jantar em Seminyak, o melhor lugar é a Restaurant Street (chama Jl. Kayu Aya ou Jl. Laksmana ou Oberoi Road). Como disse nas dicas práticas, foi lá que nos hospedamos.

Restaurantes legais que indico (fui em 2013) são o Ultimo, o La Trattoria e o Rumors (esse é bem lotado e um pouco barulhento).

Tem outros restaurantes lindos pela região, indicados pelo Bali Bible. Confira aqui.

No dia seguinte (DIA 9), o Roby passou nos pegar bem cedo e fomos para Padang Padang. Tínhamos colocado no nosso roteiro porque a praia é bem famosa pelas ondas mas, chegando lá, o mar estava uma calmaria. A maioria das praias de Bali é em forma de cliff, então você chega pela estrada lá do alto e tem que descer (e depois subir na volta) várias escadas para chegar. Outra coisa que notei é que a maioria tem uma parte rasa bem comprida e as ondas começam a quebrar mais para trás.

Achei Padang Padang lindíssima. A parte rasa da água era super comprida e totalmente transparente. Nós chegamos bem cedo e a praia estava vazia. Por volta das 11:00h, começou a encher e não ficou mais tão gostoso, porque ela é pequena.

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No horário de pico, é a hora de partir para a Impossibles Beach. A praia é bem escondida e tem zero estrutura. Sabia que ela era vizinha de Padang Padang, mas não sabia como chegar. Achamos porque o Roby foi perguntando e descobriu onde era, mas não há sinalização dela na estrada que liga as praias. Para chegar, precisa deixar o carro e ir seguindo uns sinais pichados nos muros. Outra opção é ir nadando de Padang Padang, se tiver fôlego e o mar não estiver agitado.

Apesar de todos os turistas já estarem pelas praias a essa hora, em Impossibles só tinha uma menina. Para melhorar, era ainda mais bonita que Padang Padang.

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Impossibles vista de cima, A pedra na esquerda é o fim de Padang Padang.

Ficamos curtindo o mar e a praia e, quando deu umas 14:00, partimos para Uluwatu. A praia também é em forma de cliff, só que na encosta ficam vários restaurantes, todos com vista para o mar. É super gostoso almoçar e ficar bebendo algo por lá, vendo os surfistas pegarem as ondas nessa praia tão famosa para o esporte. Naquele dia, o mar também não estava muito bom para eles, mas tinha alguns tentando rs!

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Uluwatu vista dos restaurantes. É só escolher algum.

Depois da digestão, descemos para a praia. Tem que ir descendo pelo meio dos restaurante e perguntando o caminho. Você vai chegar a uma mini faixa de areia, que estará cheia de gente.

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“Primeira”praia de Uluwatu

Mas, olhando para a sua esquerda, tem uma escada para um bar. Passando essa escada, você vai indo pelo meio das pedras, abaixando um pouquinho, e chega a uma faixa de areia maior, com uma praia bem mais bonita. Quem nos disse isso foi um local, que percebeu que estávamos indecisos se ficávamos na primeira parte ou não. Se não achar a entrada para a segunda praia, pergunte a alguém ou suba a escada até o bar para ver de cima.

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“Segunda” praia de Uluwatu

Em Uluwatu, ainda há o templo de mesmo nome, famoso pelo pôr-do-sol. Fomos para lá no final da tarde. O templo é um complexo grande e eu não achei as construções tão bonitas. A graça fica por conta das paisagens e dos macacos. Li em vários lugares que eles eram agressivos e roubavam várias coisas, como óculos, câmeras, etc, mas não vi nada disso! Até o Roby, que também tinha nos alertado, se impressionou.

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Perto do final da tarde, é só seguir o fluxo de turistas para uma mureta, perto de onde acontece um show de dança. De lá, dá para ver o sol se pondo na água e a silhueta do templo na sombra. É uma das imagens mais famosas de Bali.

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Arquibancada onde acontece o show de dança

Nós não entramos para o show, ficamos só ali na mureta vendo o sol descer e aproveitando o visual.

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De lá, fomos para o hotel, tomamos banho e jantamos na Restaurant Street de novo.

No dia seguinte (DIA 10), tínhamos nos programado para conhecer Balangan e Green Bowl, mas o Roby queria nos mostrar também Pandawaga e Nusa Dua, que ele dizia serem melhores (descobrimos, depois, que o “melhor” era com mais estrutura turística). Como essa última é bem famosa e tinha lido muitas pessoas falarem bem dela, aceitamos.

Começamos nosso dia em Balangan. Descendo as escadas e indo para o lado direito, a praia é bem bonita, com um mar calmo.

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A infra-estrutura está no lado esquerdo, com várias espreguiçadeiras para alugar. Essa parte da praia achei menos bonita. Não que seja feia, mas nada além do que temos no Brasil. A praia também é bem famosa pelo surf e esse dia as ondas ali no lado esquerdo estavam um pouco melhores.

Saindo de lá, o Roby nos levou para Pandawaga. A praia é bem extensa e o mar é bem bonito, como uma água clarinha. Tem mais estrutura que as demais, com vários ônibus de turistas chegando no lugar. Aproveitamos um pouco o mar e fomos embora, não era o tipo de praia que estávamos querendo.

A próxima parada foi na Green Bowl (você poderá achar também como Green Ball ou Green Bali). São muitas escadas para chegar, mas cada degrau vale a pena. A praia é muito bonita, na minha opinião, a mais bonita que conhecemos!!

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Não tem estrutura nenhuma e, por ser pouco conhecida, não tinha quase ninguém, só alguns surfistas. O bom da praia é que ela tem uma parte longa rasa, as ondas quebram mais atrás. Serve para quem quer ficar tranquilo no mar sem levar espuma na cabeça e para quem quer surfar. A hora que cansar do sol, ainda tem uma parte de areia coberta por uma espécie de caverna.

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Os planos originais eram já ir para Jimbaran almoçar, mas antes demos uma desviadinha para Nusa Dua. Foi a minha maior decepção da viagem! Não achei a praia nada demais, areia escura e mar idem. Tinha ouvido tanta gente falar bem, que até hoje não sei se não fomos nós que demos azar no dia. Foi o tempo de chegar até a areia, um olhou pro outro e falou: hum, vamos embora? Não rendeu nem uma foto para colocar aqui rs!

** Daí porque disse nas dicas práticas que contratar um motorista não te exime de fazer a lição de casa. Se não tivéssemos pesquisado e seguido apenas as dicas do Roby, teríamos conhecido só Nusa Dua e Pandawaga, as menos bonitas do dia. 

Em Nusa Dua, há muitos hotéis e também é uma região bem popular para hospedagem entre os turistas.

Aí sim fomos para Jimbaram. A praia em si é nada bonita, mas é muita famosa pelos Barbecues de Frutos do Mar. São vários restaurantes, um ao lado do outro. É só escolher um para sentar. Pena que ainda não existia o blog, senão teria anotado o nome para indicar em qual comemos. Estava tudo uma delícia. Foi uma coisa de 15 dólares cada um, para comer camarão, lagosta, lula e polvo, tudo feito na grelha, com um tempero delicioso. Os pratos ainda incluíam arroz e uns molhinhos. Delícia!

Como já era final da tarde, voltamos para o hotel e, com muita criatividade, jantamos na rua de novo.

No DIA 11, nosso vôo partiria à tarde e os planos originais eram de ficar de manhã relaxando na piscina do hotel. Mas, como nossa tentativa de conhecer o Potato Head tinha furado, decidimos passar a manhã por lá. Como o Ku de Ta, as espreguiçadeiras também não ficam na areia, mas ele tem uma piscina.

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Dá para ver a praia de Seminyak ao fundo. Nada demais.

Aproveitamos para almoçar por lá e achamos o restaurante bem bonitinho e a comida super gostosa!

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Exterior do Potato Head, todo de janelas.

Gostaria muito de poder colocar um DIA 12, 13, 14 etc. no roteiro hehee. Eu amei muito essa viagem, poderia passar tranquilamente muito mais tempo por lá, mas acho que o tempo que ficamos já foi suficiente para curtir bastante. Não sou de repetir viagens, mas se estiver indo para Bali, pode chamar, você já tem uma cia garantida!

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Bali – Programando a Viagem

** Os posts de Bali subiram na ordem errada. Fique atento porque são 6, na ordem correta: Programando a Viagem, Ubud, Bali Leste, Arredores de Ubud, Bali Central e Praias.

Embora Bali nunca tivesse rondado o topo da minha lista de viagens, fui para lá em abril de 2014 e posso dizer que quase fiquei por lá vendendo cangas, não queria mais vir embora! Poderia ter passado um mês facilmente, mesmo não sendo a maior fã de praia.

Antes de eu ir, ninguém tinha me falado que AMOU Bali. Então, eu serei essa pessoa: me apaixonei pela ilha. O clima do lugar, o exotismo dos templos, a beleza das praias, a simpatia e a simplicidade das pessoas, tudo encanta! Até eu, que sou super acelerada, entrei no ritmo deles e fiquei em paz.

Mapa Interior

Quando ir. Bali tem duas estações: a seca e a chuvosa. Como a ilha é influenciada pelo regime das monções, vale a pena se programar para ir na temporada seca. Se você for na chuvosa e der o azar de pegar uma monção, pode ser que fique uma semana inteira embaixo de chuva. A alta temporada é entre maio e setembro, mas nós fomos em abril e pegamos todos os dias limpos. As chuvas e monções vão de novembro a março.

Durante julho e agosto, a ilha fica muito cheia e, se puder, evite. As estradas são simples e haverá trânsito de arrancar os cabelos. Na ilha, você notará que Bali é o quintal dos australianos, razão pela qual vale a pena tentar fugir dos meses de férias deles (e de todo o resto da Europa).

Se sua opção for surf, programa-se para os meses de junho e julho, quando as ondas estão maiores e ocorrem os campeonatos na ilha.

Como chegar. Para vôos Brasil-Bali com só uma escala, há a opção da Qatar Airways (escala em Doha). Todas as outras companhias fazem duas escalas.

Para aumentar suas opções de vôo, tente também pesquisar um vôo de borda para um destino lá perto e, depois, um vôo low cost de lá para Bali. A Air Asia vai te ajudar bastante nesse último.

Chegando no aeroporto de Denpasar, é necessário primeiro pagar uma taxa do visto (o visto é tirado no aeroporto de Bali mesmo) e depois passar pela alfândega. Se quiser poupar filas, fique atento e vá primeiro ao bancão de pagar a taxa (do lado oposto) e depois para a imigração. Muita gente faz o contrário e acaba tendo que enfrentar a fila da imigração duas vezes.

Dinheiro. O dinheiro oficial é a Rupia Indonesia e essa é a moeda utilizada em todas as transações. 1USD compra aproximadamente 11Rps. Nós levamos dólares e trocávamos em casa de câmbio, era bem tranquilo. Só vale ficar atento porque, como tudo por lá é na casa dos milhões, a pessoa da casa de câmbio pode mandar algumas notas a menos. Não tenha vergonha de conferir. Outro ponto importante: eles só aceitam notas de USD posteriores a 2006.

Estando em Bali, tudo é muito barato. Come-se super bem, em restaurantes legais, com o equivalente a 10/15 dólares por pessoa.

Como dividir o roteiro. Quando sondava meus amigos que já foram para Bali, uma dica muito comum era: foque no interior, as praias não são tudo aquilo que falam. Li essa afirmação muitas vezes na internet também. Eu discordo muito em relação à beleza das praias (explico melhor no post específico), mas concordo que o interior merece muito a visita.

Para balancear entre praias/cultura, montamos duas bases diferentes na ilha. Escolhemos Ubud como ponto de hospedagem/base para o interior e Seminyak, com a mesma função, para as praias.

Nosso roteiro ficou assim:

Dia 1 – Chegada a Bali. Deslocamento a Ubud e dia livre.

Dia 2 – Ubud. – Palácio Real, Templo Pura Saraswati, Ubud Market. Dança balinesa no Café Lótus à noite.

Dia 3 – Bali Leste. Tirta Gangga, Pura Besakih e Goa Gajah.

Dia 4 – Arredores de Ubud. Monkey Forest e Tegallalang.

Dia 5 – Bali Central. Ulun Danu Temple e Jatiluwih Rice Fields.

Dia 6 – Bali/Gili Trawagan.

Dia 7 – Gili Trawagan/Bali. Pôr do sol em Tanah Lot.

Dia 8 – Praias. Seminyak. Potato Head e Ku de Ta.

Dia 9 – Praias. Padang Padang, Impossibles, Uluwatu.

Dia 10 – Praias. Balangan, Pandawa, Green Bowl, Nusa Dua, Jimbaran

Dia 11 – Retorno

** Revendo meu roteiro, acho que excluiria Tegallalang, passaria a Floresta dos Macacos para o dia que separamos para visitar Ubud e diminuiria a parte do interior de 4 para 3 dias inteiros (1 para Ubud, 1 para Pura Besakih e Tirta Gangga, 1 para Ulun Danu e Jatiluwih). O dia extra, usaria para Danau Batur e Monte Agung (veja Bali Central) ou para mais tempo em Gili.

Hotéis. Bali tem muitas opções de hospedagem, uma simples pesquisa no booking.com resolverá seus problemas.

Em Ubud, o melhor lugar para se hospedar é nos arredores da Monkey Road. É nela (na região do Three Monkeys Café) que ficam vários restaurantes gostosinhos para passar a noite.

Nós optamos pelo Sri Ratih Cottages, porque pegamos uma promoção praticamente imperdível no Booking. Os quartos são simples, mas o hotel é bem bonitinho, com, arquitetura típica de Bali: piscina de pedra e um jardim todo cheio de esculturas, que são enfeitadas com flores todas as manhãs.

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Os quartos são casinhas espalhadas pelo jardim e você passa por ele para chegar à piscina e à recepção. Ficava a uns 2kms da parte legal da Monkey Road e o taxi dava 3 dólares até o Ubud Market.

Em Seminyak, há duas opções de hospedagem. Resorts à beira mar ou hotéis na região da Restaurant Street (chama Jl. Kayu Aya ou Jl. Laksmana ou Oberoi Road). Como já sabia que a praia de Seminyak não era tudo isso e nós iríamos aproveitar outras praias, optamos por ficar na rua dos restaurantes, assim poderíamos sair à pé para jantar. Recomendo demais nosso hotel, que ficava bem no meio do agito, mas, como era recuado, era super silencioso. Os quartos eram ótimos e a piscina também! Ficamos no Amadea Resort & Villas.

Como se deslocar. Se você quiser conhecer bem Bali, irá percorrer vários quilômetros. Apesar de ser uma ilha, Bali é grande (são quase 6.000 km2) e os deslocamentos são demorados. Mesmo na região das praias, de Seminyak para as mais bonitas era necessário pegar algum tipo de transporte.

Lendo as dicas da Drieverywhere, ela falou tão bem do motorista que eles contrataram que decidimos seguir a dica. Entramos em contato com o Roby aqui do Brasil mesmo e fechamos com ele um preço fixo para que ele nos acompanhasse um X número de dias. E ele é ótimo mesmo! Os carros que ele usava eram sempre bons e com ar-condicionado, ele era prudente nas estradas e tem boa comunicação em inglês, além de ser uma simpatia!!

Se não quiser fechar com um motorista, quase todos os taxistas que você pegar vão se oferecer para passar o dia com você. O preço gira em torno de 50/60 USDs por dia. Se achar algum que goste, procure fechar com ele todos os dias que for usar carro, assim dá para negociar o preço. Foi o que fizemos com o Roby. A Dri já deixou o contato dele no blog dela, mas replico aqui: wayanrobyparwantoroby@yahoo.com (o telefone dele não é mais o mesmo que está no post dela).

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Roby

** contratar um motorista ou um taxi não significa que você não terá que montar seu roteiro. Eles podem até sugerir alguns lugares para você conhecer (geralmente os mais turísticos), mas não são guias de viagem e vale a pena fazer sua pesquisa independente.

Tinha lido em vários lugares que o trânsito de Bali era uma loucura (em termo de regras) e que alugar um carro não era tão aconselhável. Eu não achei o trânsito tão absurdo (já visitei lugares muito piores) e não acho que a mão inglesa seja um problema para dirigir. O aluguel de carro em Bali é bem barato e sai bem mais em conta do que estar com um motorista. O lado ruim de você estar com o seu próprio carro é que os engarrafamentos da ilha são intensos e, se você está com um motorista local, ele conhecerá alguns caminhos alternativos. Dirigindo por conta própria, você ficará restrito aos caminhos principais dados pelo GPS e – acredite – poderá ficar bem irritado parado em congestionamentos. Outro ponto: pelo menos no Google Maps senti dificuldade em encontrar alguns templos que estava pesquisando. Não sei se é tão fácil jogar o nome do seu local de destino e encontrar no GPS. A mesma rua em Bali pode ter diversas denominações.

Outra opção é alugar uma moto. O bom é que dá para desviar do trânsito. O ruim é que algumas distâncias são bem longas e desconfortáveis (principalmente no interior). Além disso, acho que deve ser difícil conseguir coordenar a moto com o GPS (além do mesmo problema para encontrar os lugares que citei no aluguel de carro). Para a região das praias (que é só uma estrada), acho que é uma boa opção.

O roteiro detalhado região por região está nos próximos posts.