Cebu – Cachoeiras e Tubarões Baleia

O último ponto de parada nas Filipinas foi a ilha de Cebu. Essa ilha também tem praias, embora não tão bonitas como as de Palawan (arquipelogo onde estão Coron e El Nido). Ela entrou mesmo no radar dos turistas pela (polêmica) possibilidade de nadar com os tubarões baleia. Na minha lista, ela vale a visita pela cachoeiras mais lindas que já vi na vida.

Tumalog Falls

Começo pela minha parte favorita. Quem me conhece sabe que eu não sou a maior alucinada por cachoeiras, porque cresci vendo muitas e acabei ficando acostumada. Só que as cachoeiras de Cebu são completamente diferentes e parecem ter saído de outro mundo. Continue reading

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El Nido – O Paraíso Existe!

Quando comecei a fazer as pesquisas de El Nido, eu tinha uma certeza: queria ficar pelo menos uma noite no Hotel Miniloc Island. O principal motivo é que ele fica numa localização privilegiada, na ilha Miniloc, onde estão a Small e a Big Lagoons, cartões postais de El Nido.

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Miniloc

Do hotel é possível chegar até elas de caiaque remando de 15 a 20 minutos. Escolhendo um horário alternativo ao dos barcos de turismo, você fica com esses paraísos só para você.

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Small Lagoon

 

BIG e SMALL LAGOONS

Se não quiser remar com o caiaque, o hotel oferece um passeio de barco Continue reading

Coron  – A Próxima Ilha do Momento nas Filipinas

A Ilha de Coron tem tudo para ser o próximo destaque das Filipinas. Ainda não tão popular como Boracay e El Nido, o lugar começou a ser mais explorado turisticamente nos últimos anos.

Malcapuya Island – Coron

Na minha opinião, foi um dos mais bonitos que conheci no país e ficar por lá pelo menos  2 dias inteiros é imperdível numa visita às Filipinas. Continue reading

Filipinas – Roteiro e Dicas Práticas

As Filipinas são um país formado por mais de 7 mil ilhas no sudeste asiático, conhecido pelas suas praias paradisíacas e águas turquesa. Sem nenhuma dúvida, um dos lugares mais lindos que já conheci na vida.

Do celular e sem filtro. Corre pra lá!

Como ele ainda não é ainda tão popular entre turistas, como as praias da Tailândia, por exemplo, aproveite para conhecê-lo logo, antes que o turismo de massa chegue. Continue reading

Visita à Zona Desmilitarizada

Que a Coreia encontra-se atualmente dividia entre norte e sul todo mundo sabe. O que muita gente não sabe é que, entre as duas atuais Coreais, há uma zona desmilitarizada que pode ser visitada por turistas, desde que reservada com antecedência.

Zona Desmilitarizada entre Coréia do Sul e Coreia do Norte

 

História

Se você está lendo esse post, provavelmente tem um mínimo interesse pela história da Coréia, sua divisão e como isso aconteceu. Continue reading

3 dias em Seul

As dicas práticas de Seul eu dei no post anterior. Aqui, deixo meu roteiro de 3 dias em Seul.

 

Dia 1 – Palácio Changdeokgung, Bukchon, Palácio Gyeongbokgung e Praça Gwanghwamun

No primeiro dia em Seul, estava bem cansada da viagem mas, como ainda era cedo, tomei um banho para repor as energias e saí para o turismo. Escolhi a área dos palácios e de Bukchon pois era ali pertinho do hostel e daria fazer tudo à pé.

Pela proximidade, fui primeiro ao Palácio Changdeokgung, único dos 5 palácio reais de Seul reconhecido como patrimônio mundial pela UNESCO. Na minha opinião, ele é também o mais bonito deles.

Palácio Changdeokgung

O destaque fica por conta da arquitetura exterior (principalmente os telhados), já que as salas não são tão decoradas no interior (mesmo a sala do trono). Continue reading

Seul – Dicas Práticas

Confesso que a Coreia do Sul sempre esteve nos meus possíveis destinos, mas nunca foi prioridade. Quando decidi ir para as Filipinas, em abril desse ano, a conexão em Seul caiu como uma luva, tanto poque a capital tem vôos diretos para várias ilhas das Filipinas, como pela possibilidade de conhecer um lugar novo.

Decidido o destino, foi hora de ir atrás de algumas informações práticas, que a gente sempre fica em dúvida quando vai para países com língua e culturas tão diferentes das nossas.

Google Maps

Já vou começar o post de dicas práticas pela pior parte: o Google Maps não funciona muito bem na Coreia do Sul. Na verdade, o que não funciona é o cálculo de deslocamento entre um ponto e outro. Continue reading

A região de Inle Lake

O Inle Lake é um lago na região Shan de Myanmar, com 116 km² de área e paisagens montanhosas ao seu redor.

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O turismo por lá é feito totalmente por meio de passeios de barco. As paisagens ao longo do passeio são lindas, mas Inle entrou no radar dos turistas por outra peculiaridade: a forma tradicional de pesca da população local. As fotos dos pescadores em pé no barco com a rede de pesca em seus pés já estamparam capas e capas de revista.

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Para ficar com as suas mãos livres, os pescadores desenvolveram uma técnica de remar e jogar suas redes com os pés. Eles vão da frente do barco, olhando com cuidado a água para ver se acham bolhas – o que mostra a existências de peixes no local. Quando encontram, jogam suas redes na água e enfiam pelo meio uma espécie de lança, não para machucar os peixes, mas para assustá-los. Continue reading

Yangon – introdução a Myanmar

Apesar de não ser a capital, Yangon é a cidade mais importante de Myanmar e principal porta de entrada no país. Assim, muita gente acaba passando pelo menos um dia por lá, o que, na minha opinião, é bem suficiente para conhecer as principais atrações turísticas da cidade.

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Yangon vista do quarto do hotel

Nós fizemos Yangon com um guia e carro privados, o que, no final, acabou sendo uma ótima opção. Logo que chegamos na cidade, descobrimos que o transporte público na cidade é uma loucura. Os ônibus não possuem horário nem itinerário fixo! As pessoas vão para o ponto e ficam ali esperando. Os ônibus vão passando e falando qual rota vão seguir naquele dia. Continue reading

Bagan – O Jardim de Templos de Myanmar

Embora Yangon tenha a impressionante Shwedagon Pagoda e o Inle Lake reúna características de uma sociedade ainda não tão afetada pela modernidade, não há como negar que a principal atração turística de Myanmar é mesmo Bagan.

A região era a antiga capital do Reino de Pagan (que mais tarde se tornaria o país Myanmar) e, durante os séculos XI e XII, mais de 10.000 templos, pagodas e monastérios foram construídos na região. O Império de Pagan caiu sob o domínio Mongol no século XIII, mas, atualmente, mais de 2.000 das antigas pagodas ainda estão por lá – algumas em melhor, outras em pior estado de conservação.

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Templos em Bagan

Eu já tinha visto milhares de fotos, lido bastante sobre o lugar, mas nada dá a dimensão exata da imensidão da área e de quão lindo é ver aquelas construções antigas em meio da vegetação. É lindo, é impactante, é tudo o que você vê nas fotos e muito mais! Continue reading

Myanmar na Prática e Visão Geral do País

Uma historinha bem rápida: o Myanmar era o antigo Reino de Pagan, império budista que foi responsável pela construção dos milhares (literalmente!) de templos na cidade de Bagan, que atualmente enlouquecem os turistas.  Ali também viveu o povo Shan, aquele que invadiu o Reino do Sião (antiga Tailândia) e destruiu a capital Ayuthaya.

Posteriormente, o país foi colonizado pelos britânicos (época em que se chamava Birmânia) e diversos edifícios da época da colonização ainda podem ser vistos no centro histórico de Yangon. Em 1948, o país tornou-se uma republica independente e logo em 1962 foi instalado um regime ditatorial militar que manteve o país fechado até o ano 2010, quando tiveram lugar as eleições democráticas.

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Talvez em razão do país ter sido aberto ao turismo há não tanto tempo, ainda não é tão fácil planejar a sua viagem inteira pela internet de forma independente, embora não seja impossível.

Por outro lado, é exatamente o fato de ter ficado fechado por tanto tempo que torna o país tão especial de ser visitado, com seus costumes e cultura ainda bem preservados.  Continue reading

Hong Kong em 1 Dia (e duas noites)

Minha passagem por Hong Kong foi bem rápida. Da primeira vez que fui à China, acabei focando na parte mais tradicional do país e meu roteiro não incluiu Hong Kong e Shangai. Então aproveitei que estava com uns dias de férias sobrando a mais além dos dias do roteiro do Japão e embarquei uns dias antes para conhecer essas duas cidades que estavam na minha bucket-list.

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Hong Kong

Cheguei em Hong Kong por volta das 14:00 no aeroporto internacional e peguei o airport express, uma linha do MRT que leva até a estação Central, que fica na ilha de Hong Kong. De lá, peguei a linha vermelha do MRT, que cruza o rio e leva até a parte de Kowloon, onde estava hospedada. Continue reading

Xangai em 1 Dia

Como falei no post de Hong Kong, minha passagem pelo sul da China foi express e eu fiquei em Xangai só um dia.

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Cheguei bem cedinho no aeroporto e peguei o Maglev, o trem rápido que sai do aeroporto de Pudong (fique esperto pois Shangai tem 2 aeroportos internacionais) e vai até a estação de metrô Lonyang Road. De lá dá pra fazer conexão com as linhas 2 e 7 de metrô. Ah, quando falo rápido para o Maglev, é rápido mesmo. São 430 km/h. Vale tanto pela experiência, quanto pela rapidez de deslocamento. Continue reading

Nara – A primeira Capital do Japão

Nara foi a primeira capital permanente do Japão, estabelecida no ano de 710. Posteriormente, em decorrência da grande influência política que os monastérios budistas da cidade estavam ganhando, a capital foi transferida para Nagaoka, em 784. E todo esse poder religioso é exatamente o que torna Nara tão atraente até os dias de hoje: a cidade é repleta de templos e construções históricas.

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São muitos templos budistas e xintoístas e é possível “perder” mais de um dia na cidade para conhecê-los. Nós decidimos visitar Nara em um bate-e-volta desde Kyoto (a cidade fica quase na mesma distância de Kyoto e de Osaka, então o bate-e-volta também é possível a partir dessa última), então selecionamos apenas os que mais nos interessavam. Continue reading

Osaka e Castelo de Himeji

Osaka não é uma cidade que tenha tantos pontos turísticos assim e os dois dias inteiros que tivemos para conhecê-la foram mais do que suficientes. Entretanto, é a segunda maior área metropolitana do Japão depois de Tóquio, então, caso tenha interesse em compras e restaurantes, sua visita pode se estender mais.

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Além disso, de Osaka podem ser feitos alguns bate-e-volta famosos, como Nara (que fizemos desde Kyoto) e Kobe. É de Osaka também que é feito o bate-e-volta a um dos castelos mais famosos do Japão, o de Himeji. Nós conseguimos encaixar tranquilamente em uma manhã.

Como chegaríamos de trem na cidade pela Estação Osaka da JR e sairíamos por lá para o aeroporto, optamos por pegar um hotel na região da estação. Também não se mostrou uma alternativa ruim para conhecer os outros pontos da cidade, já que do lado da Osaka Station está a estação Umeda do metrô, que nos levava fácil a qualquer lugar. Ficando por ali você tem fácil acesso tanto à loopline da JR, quanto às linhas do metrô. Continue reading

Kyoto – A Cidade dos Templos e das Geixas

É em Kyoto que está tudo o que os turistas esperam do Japão tradicional:  templos antigos, jardins bem cuidados, arquitetura tradicional e gueixas. Foi a minha cidade favorita da viagem, como falei no post geral do Japão (aqui).

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O melhor é que Kyoto, apesar de todo o tradicionalismo, também é uma cidade moderna e cosmopolita, então caso você se canse da imersão histórica e cultural, facilmente encontrará outros programas. Continue reading

Visitando Hiroshima e Miyajima

Nós chegamos em Hiroshima vindas de Kuwana por volta das 10 da manhã e partiríamos no dia seguinte cedo para Kyoto, o que significava menos de um dia inteiro da cidade. A princípio, nosso roteiro incluía apenas o Parque da Paz e o Hiroshima Peace Memorial Museum, o que poderia ser feito tranquilamente com esse tempo na cidade.

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Um dos memoriais do Parque da Paz

Mas, como sempre, depois que o roteiro estava montado e que começamos a pesquisar com calma o que fazer na cidade, mais coisas foram adicionadas. No caso, a Ilha de Miyajima, que fica a menos de 1h de Hiroshima e possui um dos toriis mais famosos do Japão.

Como iríamos ficar pouco tempo na cidade e não queríamos perder tempo com deslocamentos até o hotel, escolhemos um bem perto da estação de trem, de onde chegamos, de onde sairíamos e também onde passam os bondes (trams) que levam até o Parque da Paz. Ficamos no Urbain Hiroshima Executive, que não era nada de luxo, mas atendeu super bem ao que precisávamos.   Continue reading

Nabana no Sato – Iluminação de Inverno

A exemplo do que aconteceu com a região dos lagos do Monte Fuji, a nossa viagem ainda teve outros pontos pelo interior do Japão que entraram no roteiro em razão de fotos lindas que vimos na internet. Dessa vez, decidimos visitar o parque de flores chamado Nabana no Sato por seus túneis de luz.

O parque fica dentro do Complexo do Nagashima Resort, que possui 4 atrações principais: O Nagashima Spaland (parque de diversões + parque aquático), um onsen (Nagashima Spa Yuami no Shima), um shopping (Mitsui Outlet Park Jazz Dream Nagashima) e o parque de flores Nabana no Sato.

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Um dos túneis de luz no Nabana no Sato

O Nabana no Sato é bastante conhecido por seus jardins de flores, mas, acima de tudo, por sua iluminação de inverno, que vai de novembro ao começo de maio. Quando vimos as fotos dos túneis de luzes e flores, ficamos bem impressionadas e decidimos incluir um pitstop de um dia e uma noite na região para checar de perto. Continue reading