Bate-e-volta a Washington desde Nova York

Washington é a capital dos Estados Unidos da América, sede do governo e de inúmeros museus, quase todos de visitação gratuita. Só isso já seria suficiente para justificar uma visita de vários dias à cidade que, além de tudo, é linda com seus jardins e ruas bem cuidados.

Então porque escolher um bate-e-volta? Bom, porque cada um tem um estilo de viagem; porque o deslocamento fácil dá coceira em quem está em Nova York (ou em outra cidade próxima) e gosta de viajar; porque, para quem não tem tanto tempo, conhecer um pouco é sempre melhor que não conhecer.

Enfim, seja qual for seu motivo, esse post é sobre o que fazer em Washington em um dia, ou melhor, o que eu fiz em Washington em um dia. Para quem tiver mais tempo na cidade, é possível utilizar esse roteiro como base e acrescentar mais coisas. Continue reading

A Costa Oeste dos Estados Unidos – Roteiro e Informações Gerais

*Viagem realizada em setembro de 2010.

Preciso começar esse post dizendo que não sou a maior fã de férias nos EUA. Adoro passar alguns feriados esticados por lá, mas períodos muito longos não me atraem muito. Gosto de viagens para lugares com mais história ou mais exóticos, nos quais saímos totalmente da nossa rotina.

Talvez por isso não tenha ficado tão animada quando planejamos uma viagem pela Costa Oeste dos Estados Unidos, por mais que eu ame viajar de carro. E talvez por isso eu tenha me surpreendido tão positivamente e adorado tanto a viagem!

Costa Oeste

Para acessar o mapa interativo no GMaps é só clicar aqui.

Escrevi isso tudo para dizer que, mesmo que você também não seja fã de Estados Unidos, essa viagem é muito diferente do resto do país e vale a pena! É bem difícil ouvir alguém dizendo que não gostou de uma viagem à Califórnia.  Continue reading

Costa Oeste: 2 ou 3 Dias em Los Angeles

De todas as cidades visitadas nessa viagem, Los Angeles foi a que eu menos gostei. Acho que esperava mais glamour da parte de Holywood.

Hospedagem

Assim, já deixo aqui a primeira dica. Uma ótima opção de hospedagem é perto do aeroporto de LAX, onde estão os hotéis mais novos. Embora não fique tão perto das atrações turísticas, estando de carro, o acesso é fácil e rápido às demais partes da cidade. Nós escolhemos o Radisson Los Angeles Airport, que tinha um ótimo custo x benefício. Não consegui achar mais o link, não sei se mudou de rede. Como nossa viagem foi realizada em 2010, vale a pena checar informações atualizadas.

Os hotéis perto da Holywood Blvd. (onde está a calçada da fama e outras atrações famosas) são caros, velhos e provavelmente seu roteiro não incluirá mais de um dia nessa área.  Continue reading

Costa Oeste – Los Angeles a Las Vegas de Carro: Calico Ghost Town

O deslocamento Los Angeles – Las Vegas pode ser feito de avião, mas também é uma experiência bem interessante percorrê-lo de carro. Embora seja um pouco cansativo, é muito legal, cortando várias partes do deserto. Por muitas vezes rolou uma parada no acostamento para tirar fotos.

Dica da Karine: Caso decida ir de carro de Los Angeles a Las Vegas, tente se programar para não ir às sextas-feiras ou em vésperas de feriado. Vegas parece ser para os moradores de Los Angeles o que o litoral é para os paulistas…em qualquer oportunidade, eles fogem para passar um fim de semana/feriado nas piscinas dos hotéis e aproveitando a noite agitada da cidade. Isso significa muito, muito trânsito no caminho.O trajeto que leva cerca de 4/5 horas pode se transformar numa longa e monótona viagem de 10/12 horas. A mesma dica vale para a volta…evitar domingos e fim de feriados.

Mas resolvi fazer um post específico para essa parte da viagem por um motivo: a Calico Ghost Town. Se você gosta de filmes de Velho Oeste, está aí uma boa opção para se sentir no cenário de um deles.

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Grand Canyon e Hoover Dam

Informações Gerais Sobre o Grand Canyon – Que Parte Conhecer?

Nós optamos por visitar o Grand Canyon a partir de Las Vegas, numa jornada bate-e-volta no mesmo dia, por terra.

Basicamente, há 4 partes principais do Grand Canyon: o South Rim, o North Rim, o Inner Canyon e o West Grand Canyon.

O South Rim, o North Rim e o Inner Canyon fazem parte do Grand Canyon National Park:

O South Rim  é a parte mais acessível do parque e fica aberta o ano todo. É possível chegar de carro praticamente até a borda e depois visitar sua extensão à pé ou pelos shuttles.

O North Rim  fica aberto apenas de maio a outubro e tem acesso mais difícil, a 354km de carro da entrada do South Rim.

O Inner Rim é a parte de dentro do Grand Canyon e, a partir das bordas, pode ser acessada apenas a partir de trilhas à pé ou com mulas. Também é possível acessá-lo por meio de passeios no Rio Colorado.  Alguns passeios de helicóptero que saem de Las Vegas também pousam no Inner Rim, mas é necessário checar se eles entram pela parte do Grand Canyon West, que fica dentro de uma reserva indígena. Os passeios que saem do Soutth Rim e do North Rim, administrados pelo parque, fazem apenas sobrevoo. Na parte de planejamento de viagem do parque é possível obter mais informações sobre as trilhasContinue reading

A Rota 66

A Rota 66 é a lendária “Mother Road”, que cortava os EUA de costa a costa, eternizada em vários filmes e músicas. Embora seja possível visitá-la em diversos pontos do país, hoje em dia a maioria de seus trechos foi sobreposto por estradas mais modernas, mas ainda é possível percorrer alguns pontos “originais”. Esse site traz uma descrição geral da estrada em vários estados americanos.

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Trecho Kingman – Seligman (entre Las Vegas e Grand Canyon)

Nós escolhemos fazer o trecho a partir da cidade de Kingman até Seligman, que é a Rota 66 original e ficava no nosso caminho para o Grand Canyon, acrescentando apenas cerca de 120 kms.  Continue reading

Costa Oeste – Venice Beach e Santa Mônica

Venice Beach e Santa Mônica são vizinhas e a melhor estratégia é visitá-las no mesmo dia. Nós reservamos um dia inteiro para a região, menos porque o lugar é recheado de atrações ou porque queríamos ficar aproveitando muito a praia, mas sim porque estávamos saindo de Las Vegas e iriamos direto para lá, o que já tomaria quase toda a nossa manhã.

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Costa Oeste – Malibu, Santa Bárbara, Solvang, San Luiz Obispo e Morro Bay

Quando planejei o roteiro pela Costa Oeste, optei por dividir o caminho entre Los Angeles e San Francisco em 2 dias, pois queria ter bastante tempo para ir parando em todos os view points da estada durante o filé mignon da Highway 1: a parte do Big Sur.

Morro Bay é a cidade bem no começo do trecho do Big Sur (para quem sobe a costa em direção a San Francisco), então sabia que queria terminar o primeiro dia por lá, para começar o trecho do Big Sur (segundo dia) logo de manhã.

Originalmente, os planos eram passar por Malibu, Santa Barbara e partir no final da tarde para Morro Bay, tudo pela Highway 1. Mas como logo deu pra perceber que não perderíamos muito tempo nas praias, Solvang e San Luiz Obispo acabaram entrando no roteiro, duas cidades super charmosinhas e tão pequenas que não tomaram muito tempo da viagem. Continue reading

Costa Oeste – Big Sur e Carmel by the Sea

Big Sur

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Como disse no post anterior, nós optamos por dividir o caminho entre Los Angeles e San Francisco em dois dias, pois queríamos ter bastante tempo para ir parando em todos os view points da estada durante o trecho do Big Sur, a parte mais bonita da costa, que fica entre as cidades de Morro Bay e Carmel. Assim, fizemos um dia a parte de Los Angeles até Morro Bay (post aqui) e no outro a parte de Morro Bay até Carmel.

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Costa Oeste – Vale do Silício

De Monterrey, onde acordamos, até San Francisco, para onde chegaríamos no final da tarde, são apenas 190 kms e cerca de 2 horas . Mas nossa demora foi justificada.

Demos um break na parte relax de sol, céu e praia da Califórnia para fazer uma pequena imersão no mundo nerd rsrs! Brincadeiras à parte, entre Monterey e San Francisco está o chamado Vale do Silício.

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Costa Oeste – 3 ou 4 dias em San Francisco

No primeiro dia de San Francisco, chegamos já quase no final da tarde, pois tínhamos visitado algumas cidades do Vale do Silício antes. De qualquer forma, aproveitamos que ainda estávamos de carro e passamos em algumas atrações.

SanFrancisco

Para abrir o mapa interativo no GMaps, clique aqui.

Embora San Francisco fique na Califórnia, ela tem um clima bem mais urbano, super diferente das demais cidades que visitamos durante a nossa viagem. Mas a falta de praias é suprida pelos muitos parques da cidade, além das muitas atrações oferecidas por ela. Continue reading

Havaí – Nosso Roteiro

Pegando embalo no campeonato mundial de surfe e na vitória inédita do brasileiro Gabriel Medina, segue o relato de viagem ao Havaí!

Estivemos por lá em março de 2010, numa viagem com duração total de 10 dias (sendo um inteiro pra ir e outro pra voltar).

Das 7 ilhas, 5 são visitáveis (Oahu, Maui, Big Island, Lanai e Kauai).

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Como tínhamos pouco tempo, escolhi as principais: Oahu e Maui. Se tivesse mais tempo incluiria a Big Island (também chamada de Hawaii), que  parece ser ótimo passeio para os amantes de natureza e biodiversidade. Não ouvi muita coisa das outras ilhas, que parecem ser mais desertas, mais reservadas feitas pra quem quer descansar no meio do nada.  Continue reading

OAHU

A ilha de Oahu é a principal e mais visitada do Havaí. É a ilha com a melhor infraestrutura turística e, por hospedar o maior aeroporto, é a porta de entrada do arquipélago.

Confesso que não imaginava encontrar um ambiente tão cosmopolita e moderno no Havaí (estereótipos são assim mesmo..rsrsrs). A principal cidade – e também capital – Honolulu, tem tudo que se espera de uma metrópole, hotéis modernos, restaurantes, shoppings, mas preserva um clima delicioso de cidade praiana. Aliás, achei os havaianos muito simpáticos, sempre com sorriso no rosto e dispostos a ajudar!  Continue reading

MAUI

Maui é diferente de Oahu. É uma ilha cheia de resorts e praias extensas. Para se ter uma ideia, os havaianos de Honolulu costumam passar férias nos resorts de Maui.

Descemos no aeroporto de Kapalua, que não é o principal (o principal é Kahului), mas era o mais próximo do nosso hotel.

Ficamos na região de Kaanapali, no Kaanapali Ocean Inn, um hotel que surpreendeu porque fica dentro de um complexo de resorts com praia praticamente privativa (onde dava pra ver golfinhos passando!!) e uma estrutura legal.  Continue reading

Visitando Seattle

Seattle é mais conhecida pela Microsoft e pela Boeing do que por suas atrações turísticas em si. A maioria dos visitantes vai a trabalho. Mas, apesar de não atrair tantos turistas como NY ou Flórida, Seattle tem coisas bem interessantes para fazer. Eu adorei, mas minha opinião pode estar muito influenciada pelo fato de eu ter pegado um dos poucos dias de sol!

Seattle Center

O Seattle Center é um grande complexo de entretenimento, com diversas construções futurísticas. Foi criado para a Expo 62 e, como era época da Guerra Fria, a comissão responsável pela exposição reuniu diversos cientistas com o intuito de mostrar ao mundo o avanço tecnológico e científico dos EUA. O mapa do complexo está aqui e no site é possível ver todas as atrações do lugar (são muitas). Vou listar só as que acho mais interessantes.

** Para chegar à região, a forma mais rápida e barata é pelo monotrilho, que vai de Downtown ao Seattle Center rapidinho.  

Space NeedleÉ a estrela de Seattle. Uma torre com 605 pés de altura, com uma espécie de disco voador no topo, de onde se tem uma vista 360 graus de cidade. Há também um restaurante giratório no topo.

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Chihuly Garden and GlassExposição de obras do artista Dale Chihuly, feitas em vidro. O ticket dá direito a conhecer as galerias, a casa de vidro e o jardim. São coisas lindas, vale muito a pena conhecer!

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Foto tirada do site oficial.

Experience Music ProjectSe for fã de música, vale conhecer o EPM. Se não quiser entrar, pelo menos dê uma olhada no prédio por fora, com sua arquitetura impressionante. O edifício foi criado por Frank Gehry (que construiu o Guggenheim da Espanha). No interior, há diversas exibições relacionadas à música, estúdios de gravação onde os visitantes podem tocar, simulações de apresentações com plateia virtual, uma galeria de guitarras antigas, etc.

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Foto tirada do site oficial.

Downtown

Turisticamente falando, Downtown é a melhor localização para hospedagem. Nós ficamos no Hotel Max, um hotel boutique bem moderninho e bonito.

Além das atrações turísticas abaixo, em Downtown há diversos restaurantes e lojas de departamento, além do shopping Pacific Place. Esse site traz um conteúdo bem completo.

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Pike Place MarketOutra atração bem famosa da cidade é um dos mercados mais antigos dos Estados Unidos. Vale a pena dar uma volta pelas bancas de peixes e frutos do mar. Não é raro ver os vendedores fazerem gracinha para os turistas, jogando peixe um para o outro, na maior gritaria. Não se assuste se um deles voar em você: às vezes, os vendedores jogam um peixe de mentira nos turistas rs! Dê uma espiada nos caranguejos gigantes do Alaska. Além disso, é possível comprar frutas, doces, pães, etc.

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Na frente do mercado, há uma Starbucks. Mas não é qualquer loja da marca, é a primeira Starbucks, aberta em 1971.

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Underground TourO tour começa na Pioneer Square (a mais antiga da cidade). Passa por diversas passagens subterrâneas que eram as ruas da antiga Seattle e o guia vai contando várias histórias. Achei interessante mais por conhecer os locais, não tanto pela qualidade do guia.

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Public Library. A arquitetura do prédio já impressiona por fora, mas por dentro também é bem legal, com uma grande parte com iluminação natural e salas com decoração colorida. Vale a pena conhecer!

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Minha foto está horrível, mas não achei outra melhor no site oficial.

Museum of Flight. O museu pertencente à Boeing tem mais de 150 aeronaves expostas. Pra mim, o ponto de destaque é um antigo Airforce One, avião presidencial americano usado entre 1959 e 1962. Dá para conhecer o interior da aeronave, onde, inclusive, há alguns objetos daquela época. Outra coisa bem legal é uma cápsula espacial da Apollo 17. Até eu que não curto muito aviação, achei interessante.

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Foto tirada do site.

** Aliás, se você é muito fã de aviação, é possível fazer visitas guiadas à Fábrica da Boeing, a 40 minutos da cidade.  

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Kerry Park

Fora de Downtown, está o Kerry Park, o melhor lugar para ver o bonito skyline da cidade. Se conseguir ir no final do dia, dá para ter a mesma vista com sol e à noite, com as luzes da cidade acesas. Só vá agasalhado (mesmo se for verão): costuma ventar bastante. Imagens aqui.

Se você não achar loucura (eu não acho e até me interesso, mas tenho medo do frio), a cidade é um dos pontos de partida mais populares para cruzeiros pelo Alaska.

Obs.: não falei do Seattle City Pass aqui porque, das 7 atrações oferecidas por ele (você deve escolher 5), só mencionei 3. O preço total para as 3 mencionadas (Museu da Aviação, Space Needle e EPM) seria de USD 52, enquanto o City Pass sai por USD64 (valores atuais – julho de 2014). Caso inclua mais uma das atrações na sua visita, o passe já vale a pena. 

Miami Fora da Rota de Compras

No feriado de 15/nov do ano passado aproveitei pra dar uma esticadinha até Miami e passar o feriado na cidade.

Apesar de adorar uma comprinha, não sou fã de viagens que tenham isso como objetivo. Como não sou de ferro, até passei uma tarde no Aventura Mall, fui a vários supermercados e farmácias americanas (que amo), bati cartão na Best Buy. Mas esse não foi, de longe, o objetivo da viagem e aproveitei que Miami está de cara nova de uns tempos pra cá pra irmos a alguns restaurantes e fazer outras programações legais pela cidade.

Fica aqui, então, algumas dicas do que fazer quando estiver cansado de comprar hehehe. Não pretendo de jeito nenhum fazer um mega guia da cidade, até porque tem muita gente que vai pra lá com muito mais frequência que eu! São apenas coisas que conheço e resolvi dividir por aqui.

Ultimamente, abriram muitos restaurantes legais pela cidade. Alguns dos mais conhecidos são:

Barton G. O restaurante, de tanto sucesso, já tem duas unidades em Miami. É tudo super diferente. Alguns drinks são resfriados no Nitrogênio e as comidas são servidas de uma forma bem divertida. O Mac n’ Cheese, por exemplo, vem numa ratoeira. O foundue de chocolate, numa cascata. Muito legal!

Casa Tua. É um restaurante italiano bem famoso na cidade e tem um ambiente lindo! É bom tanto pra almoçar como pra jantar, mas eu prefiro a primeira opção.

Carpaccio’s. Também italiano, fica dentro do Bal Harbour e é gostoso pra almoçar (ou só comer o carpaccio delícia deles) se estiver ali no shopping.

Cecconi’s. Confesso que não acho a comida do Cecconi`s a melhor do mundo, mas a parte aberta com árvores cheias de luzinhas de natal dá vontade de voltar sempre. É bom tanto pra almoço como para jantar, mas no jantar a iluminação tem um charme extra. De domingo, eles também servem brunch.

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Hakkasan. É meu chinês preferido! O pato laqueado com manga é muito bom!! Em Miami, o restaurante fica dentro do Hotel Fontainebleau e tem uma decoração lindíssima. Pra não ir dormir, a LIV fica no mesmo hotel.

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 – J&G Grill. Outra opção pra quem está no Bal Harbour, fica logo em frente, no Hotel St. Regis. A comida é bem gostosa e a vista da praia é linda!

Jonny Rockets. É uma lanchonete que não tem nada demais. Não é badalada nem nada, mas o milk shake de Oreo deles é o melhor do mundo!! Fui entrar no site pra colocar aqui e descobri que existe no Brasil. Agora me segura rsrs!!

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Juvia. Desde que abriu, o Juvia tem feito bastante sucesso em Miami. Fica no topo de um prédio na região da Lincoln Road, com uma vista bem legal da cidade. Bom pra almoçar e jantar!

Mr. Chow. Orestaurante chinês londrino tem um endereço dentro do W Miami. É uma delícia! Se quiser estender a noite, dá pra domar uns drinks no bar do hotel e depois ir pra The Wall, que também fica por lá.

Nobu. Apesar de muita gente preferir o Zuma por causa do barulho do Nobu (é meio barulhento mesmo), sou fã da comida (japonesa) dos restaurantes dessa rede!

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Shake Shack. Outra lanchonete, essa mais famosinha. Também fica na região da Lincoln Road e é bem gorda e gostosa!

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Smith & Wollensky.Steakhouse super tradicional em Miami, recomendo que pegue uma mesa ao lado de fora.

Zuma. Também japonês e super bem recomendado. Divide com o Nobu o posto de melhores japoneses da cidade.

Vários restaurantes podem ser reservados pelo site Open Table, que funciona super bem.

Ainda falando em comida, é muito legal comer nos foodtrucks. Nesse site aqui dá pra acompanhar a agenda e descobrir o local onde eles estarão reunidos.

Obs. Débora: ainda sobre o mesmo tema: comer e beber!rs Em South Beach tem a Espanõla Way, uma rua de pedestres que eu gostei bastante! São vários restaurantes e bares com mesas na calçada num clima mais descontraído. É pertinho da Lincoln Street, entre as 14th e 15th Street.

Além dos restaurantes, tem se destacado bastante o Design District. Antigamente decadente, o bairro se transformou com o surgimento de diversas galerias de arte, lojas de decoração, restaurantes e cafés. Hoje em dia, algumas lojas de marca também abriram por lá. O guia do bairro está aqui.

Também vale a pena visitar as Wynwood Walls, paredes grafitadas que ficam na NW 2nd Avenue, entre a 25th e a 26th Streets.

Símbolo de Miami Beach, a Ocean Drive tem vários prédios em artdeco e é legal tanto para passear de dia, quanto para tomar uns drinks em algum dos muito bares à noite.

Outra região gostosa pra passear é a da Lincoln Road (onde ficam o Juvia e o Shake Shak). É um calçadão de pedestres, com muitas multimarcas e lojas legais, como a Anthropologie.

Se estiver calor, curtir a praia também é um ótimo programa. Dá pra alugar desde um guarda sol e uma cadeira num lugar mais tranquilo até tomar sol no animado Nikki Beach. A ilha de Key Biscayne também tem praias ótimas. Pra chegar, é só pegar a Rickenbacker Causeway, que já é uma atração em si, com 6km de pistas suspensas sobre o mar.

Minha última dica de programa é assistir a um jogo de basquete do Miami Heats na American Airlines Arena. É bem animado! Dá pra comprar os tickets aqui.

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