Bagan – O Jardim de Templos de Myanmar

Embora Yangon tenha a impressionante Shwedagon Pagoda e o Inle Lake reúna características de uma sociedade ainda não tão afetada pela modernidade, não há como negar que a principal atração turística de Myanmar é mesmo Bagan.

A região era a antiga capital do Reino de Pagan (que mais tarde se tornaria o país Myanmar) e, durante os séculos XI e XII, mais de 10.000 templos, pagodas e monastérios foram construídos na região. O Império de Pagan caiu sob o domínio Mongol no século XIII, mas, atualmente, mais de 2.000 das antigas pagodas ainda estão por lá – algumas em melhor, outras em pior estado de conservação.

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Templos em Bagan

Eu já tinha visto milhares de fotos, lido bastante sobre o lugar, mas nada dá a dimensão exata da imensidão da área e de quão lindo é ver aquelas construções antigas em meio da vegetação. É lindo, é impactante, é tudo o que você vê nas fotos e muito mais!

ONDE SE HOSPEDAR E COMO CHEGAR

A cidade de Bagan é dividida em 3 áreas diferentes: Old Bagan (onde estão as construções históricas), Nyaung-U (pertinho de Old Bagan e onde está a maioria dos hotéis e dos restaurantes) e New Bagan (parte mais moderna, para onde a população que morava em Old Bagan foi realocada e que não oferece tanto apelo turístico).

Alguns hotéis ficam em Old Bagan, entre eles o Aureum Palace, localizado bem no meio de inúmeras pagodas. Embora sua construção seja meio polêmica (algumas pessoas alegam que muitas pagodas foram destruídas para a sua construção), o lugar é um sonho! A piscina de borda infinita com vista para os templos é sua atração principal.

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Um oásis entre os templos

De manhã é possível ver os balões refletindo nas suas águas e no final da tarde são as pagodas que formam imagens espelhadas numa luz incrível. Eu não sou muito de me preocupar ou indicar hotéis, ao menos que ele seja um diferencial na viagem – e o Aurem é!

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Pôr do sol no Aureum Palace

A única desvantagem do Aureum Palace é ficar um pouco isolado e, dependendo da quantidade de dias que você for ficar, pode cansar um pouco jantar todos os dias no hotel.

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Acordar assim é bom!

Nós ficamos 3 dias em Bagan. A primeira noite dormimos no Aureum, as outras 2 noites mudamos para Nyang U. Ficamos hospedados no Hotel Zfreeti, que é bem simples, mas muito bem localizado, a poucos quarteirões da rua que aglomera os principais restaurantes.

Nyang U também é pertinho do aeroporto de Bagan, que recebe vôos de várias partes do país e por onde chegamos. É possível também chegar a Bagan de ônibus, como falei nesse post.

QUANTO TEMPO FICAR

A quantidade de dias que você vai ficar em Bagan depende muito do seu ritmo de viagem e da quantidade de templos que você pretende visitar. Muitas pessoas optam por visitar os templos pela manhã, voltar pro hotel no horário do almoço (hora em que o sol fica realmente escaldante) e voltar para o turismo por volta das 16h.

Nós optamos por fazer o dia direto, só lá pelo meio dia fazíamos uma pausa um pouco mais demorada para o almoço, para fugir do sol a pino. Embora 2 dias geralmente sejam bem suficientes para conhecer os principais templos, nós optamos por ficar 3 dias, tanto para poder curtir um pouco o próprio Aureum Palace no dia que ficamos hospedados por lá, como para poder conhecer o Monte Popa (o que toma quase um dia inteiro).

Nosso roteiro ficou assim:

Dia 1 –  Templos Shwezigon, Htilominlo, Ananda, Thatbyinnyu, Gawdawpalin, Gwe da Pan, Mingalazedi , Dhammayangyi  e Sulamani . Tarde no Aureum Palace.

Dia 2 – Kyat Kan Cave Monastery, Payathonzu, Gubyauk Gyi (Myikaba), passeio de charrete no final da tarde pela área de Kheminga e pôr do sol na Shwezigon Pagoda.

Dia 3 – Passeio de balão, Monte Popa e barco pelo Rio Ayeyarwady no final da tarde.

AS PAGODAS DE OLD BAGAN

A palavra pagoda é utilizada genericamente para abranger 2 tipos diferentes de monumentos religiosos: os templos e as estupas. As estupas são simples construções maciças, não se entra nelas (embora em seu interior sempre esteja enterrada uma estátua ou relíquia de Buda). Os templos já são construções maiores, com altares dentro e corredores.

Durante a ditadura militar, o governo do país realizou diversas intervenções nos templos, a grande maioria delas de gosto bem duvidoso, como azulejos no chão, luzes de natal nas cabeças do budas etc. É em razão dessas intervenções que a UNESCO não reconhece o local como patrimônio da humanidade.

Os templos dentro são bem parecidos e simples. Geralmente são quatro entradas, com um Buda em cada uma delas e corredores que as interligam. Eu, particularmente, achei mais interessante ver os templos por fora do que por dentro.

É impossível visitar todas as pagodas de Old Bagan. Vale a pena visitar os principais templos (vou listar abaixo) e também fazer um passeio de charrete ou bicicleta por entre eles, para parar em algum templo menos famoso (e menos cheio de turistas) que chame sua atenção.

Nós fizemos os templos de carro (alugar um táxi por dia pode custar de 20 a 50 dolares), mas muita gente faz todo o turismo de bicicleta elétrica. O lado bom de fazer de carro é obviamente o ar condicionado (o calor não é pouco, principalmente no verão) e não ter que se preocupar muito com a localização dos templos – pelo o que vi, a sinalização é meio falha e não há um mapa muito detalhado da região. O lado bom de fazer de bicicleta é poder sentir melhor a atmosfera do lugar e poder parar em templos pelo caminho que estejam sem ninguém. Mesmo que opte por fazer de carro, considere com carinho fazer a área de Kheminga de bicicleta ou de charrete. Nós fizemos de charrete e foi uma das partes que mais gostei da viagem.

A entrada em todos os templos deve ser feita sem sapatos (e sem meias). Como o turismo é basicamente entrar e sair de templos o dia todo e como os interiores não são lá dos mais limpos, a melhor pedida é mandar bala nas havainas (fácil de tirar, fácil de limpar) e deixar pra se preocupar com a limpeza dos pés só na hora que chegar no hotel.

Para uma ideia geral dos principais templos de Bagan, esse site traz uma lista bem completa.

Shwezigon Pagoda

O único dos templos famosos localizado em Nyaung-U, a Shwezigon Pagoda (século XI) é conhecida pela sua cúpula dourada, toda coberta em folhas de ouro. Para nossa “sorte”, quando fomos, a cúpula estava em restauração, toda coberta por um pano cinza.

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Shwezigon pagoda

Aliás, em decorrência do terremoto de 6.8 graus que atingiu Bagan em agosto, muitos templos estavam em reforma, com plásticos e estruturas de bambu cobrindo seus topos, uma pena!

Mesmo coberta, a pagoda é bem bonita, mas pode não te impressionar tanto se você visitou a Shwedagon em Yangon.

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Detalhes da Shwezigon

Como é um dos templos mais importantes da região, vários locais estão por lá rezando durante todo o dia. Dentro da pagoda, eles acreditam estar guardado um dente e um pedaço de osso de Gautama Buddha.

Templo Htilominlo

Um dos templos mais bonitos que visitamos. Nele há quatro entradas, com um Buda em cada uma.São as únicas figuras de buda ladeadas por guarda-chuvas.

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Hitlominlo

Reza a lenda que o rei que construiu esse templo sofreu de uma gangrena no dedo e que uma de suas mulheres cuidou dele até sarar. Como era mãe do filho mais novo do rei (o último na linha de sucessão), pediu que o rei escolhesse na sorte qual de seus filhos o sucederia.

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Buda ladeado por guada-chuvas. Na foto dá pra ver um exemplo das intervenções “arquitetônicas” realizadas nos templos, como esse piso.

O rei, então, colocou todos os seus filhos em uma roda com um guarda-chuva no meio. Disse que soltaria o objeto e, na direção de quem ele caísse virado, seria o próximo rei. O guarda chuva então caiu na direção de seu filho mais novo, que mais tarde virou rei.

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Decoração interna

O Htilominlo também possuía desenhos na parede como formas de decoração, como muitos de Bagan. Ocorre que, durante a 2a Guerra Mundial, a região foi declarada como “bomb free” e muitas pessoas passaram a viver dentro dos templos para se abrigarem. Como resultado das fogueiras realizadas em seus interiores, as paredes foram ficando pretas e a própria população, tentando restaurar o templos, passou tinta branca por cima. Uma pena!

Templo Ananda

Um dos mais famosos e mais visitados de Bagan. O templo é lindo, todo branco, com seu topo em dourado (embora estivesse coberto pela danificação do terremoto quando fomos).

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Ananda Temple

Em suas paredes há desenhos com a história de Buda e há 4 estátuas de Buda em pé gigantes do século XI.

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O que sobrou da decoração interna

Duas delas são originais. As outras duas foram queimadas (as estátuas originais eram feitas de madeira) e repostas no século XVIII.

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De longe ele sorri!

Uma dessas imagens originais (a da face sul), quando vista de perto, tem um feição séria, mas quando vista mais de longe, exibe um certo sorriso.

Templo Thatbyinnyu

Esse templo adjacente ao Ananda foi um dos primeiros templos de dois andares a serem construídos em Bagan. Também tem uma arquitetura muito bonita.

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Templo Thatbyinnyu

Gawdawpalin Temple 

É o segundo templo mais alto de Bagan. Muito lindo por fora, por dentro não é nada demais.

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Templo Gawdawpalin – vale a visita por fora

Mingalazedi Pagoda

Uma das últimas pagodas a serem construídas antes da invasão Mongol. Ela é linda por fora, mas o melhor de tudo é poder subir no seu terraço e ter uma vista dos vários templos que a cercam.

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Do terraço da Mingalazedi

Dhammayangyi Temple

Esse templo chama atenção por sua construção, com tijolos muito próximos um dos outros. Quem ordenou sua construção foi o Rei Narathu, para se redimir dos seus pecados. Ele subiu ao poder após assassinar seu pai e seu irmão.

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Templo Dhammayangyi, bem danificado pelo terremoto

Reza a lenda que o rei inspecionava a construção do templo com uma agulha em mãos. Caso entre dois tijolos coubesse a agulha, ele ordenava que fosse cortada a mão do trabalhador.

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Tijolos bem juntinhos porque ninguém queria perder a mão

Como devia ser realmente querido por todos, o rei foi assassinado durante a construção do templo, que restou inacabado.

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Interior do templo

Templo Sulamani

O templo Sulamani é um dos mais bonitos que visitamos, mesmo seriamente danificando pelo terremoto de agosto e está interditado para entrada.

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Sulamani, também danificado

De qualquer forma, vale a pena passar para visitá-lo de fora, porque sua arquitetura é incrível.

Sulamani Temple in Bagan

Templo Sulamani antes do terremoto – fonte http://danielkorzeniewskiphoto.com

 

Payathonzu Temple

Como todos, ele é bem bonito por fora, mas decidi incluí-lo nessa lista em razão da vista que se tem do seu terraço. Com certeza a mais bonita que vimos!

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Vista do Payathonzu

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De um outro ângulo e com um monge bônus

Myazedi Pagoda

Embora esse templo não tenha nada demais, ali está uma espécie de pedra de roseta, inscrita em 1113 em quarto línguas: Burmese, Pyu, Mon e Pali, o que levou à possibilidade de descoberta da língua Pyu.

Gubyauk Gyi (Myinkaba)

Esse templo, que não tem nada demais por fora, é inteiro recheado de pinturas do povo Moon em seu interior. Como as janelas são poucas e foram seladas em algum momento da história (por motivos desconhecidos), as pinturas do século XII estão muito bem conservadas. Você vai precisar de uma lanterna para conseguir vê-las, pois o interior do templo é bem escuro. Não é permitido fotografar.

Shewsandaw Pagoda

Uma das atividades mais famosas de Bagan é assistir o pôr do sol de cima de alguma das pagodas. A mais famosa delas para isso é a Shewsandaw Pagoda. Ela tem cinco andares e as melhores vistas estão no 4º e 5º.

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Pôr do sol sem filtro na Shewsandaw Pagoda

A visão lá de cima é linda e o pôr do sol é mágico, mas, como é a mais conhecida, ela pode ficar bem cheia de turistas nesse horário.

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O fluxo de turistas descendo após do sol se por é intenso

Área de Kheminga

Embora Kheminga tecnicamente seja o nome de um dos muitos templos de Bagan, a denominação é utilizada para descrever uma área com diversas pagodas que vão beirando uma estrada de terra.

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Pagodas na área de Kheminga

Nenhuma dessas pagodas é a enorme ou a mais famosa de Bagan, mas a grande quantidade e a inexistência de ônibus de turismo tornam o lugar mágico.

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Templo na área de Kheminga

Nós fizemos essa área de charrete (se você pegar alguma e falar que quer conhecer a área de Kheminga, os motoristas vão saber).

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Charrete em Kheminga

Recomendo muito mesmo o passeio. Na minha opinião, embora os templos principais sejam lindos, o que torna Bagan um lugar mágico é a imensa quantidade de pagodas, grandes ou pequenas. Então, meus programas preferidos foram os que me davam uma noção dessa quantidade, seja andando por entre elas, como em Kheminga, seja vendo a paisagem do alto, como nos terraços dos templos ou de cima do balão.

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Kheminga

OUTRAS ATIVIDADES EM BAGAN

Passeio de Balão

Começando pela atividade mais famosa de Bagan! O passeio de balão pode ser feito com 3 empresas diversas, mas a mais famosa dela é a Balloons Over Bagan. A empresa é gringa e todos os pilotos são muito experientes, fazem voos tanto em Bagan como em outras partes do mundo.

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O voo de balão ocorre de outubro a março. O preço é bem carinho (pagamos USD295, mas olhando no site agora vi que já subiu para USD330), mas vale muito a pena.

Os ônibus passam para pegar no hotel ainda no escuro, por volta das 5am. Os balões começam a subir logo nos primeiros raios e a hora que o sol sai do horizonte a luz lá de cima é incrível.

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Vendo o sol nascer do alto

Com o sol nascendo no horizonte e os milhares (milhares, gente, literalmente) de templos fazendo sombra, a luz vai deixando uns rastros no chão. Muito lindo.

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Bagan do alto nos primeiros raios e rastros e sol

Com o sol mais pra cima, a luz dourada deixa tudo mágico e é impossível não ficar deslumbrado e querer tirar muitas fotos!

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Torre de Observação do Aureum Palace

Mais uma polêmica do Aureum Palace rs!! O hotel construiu uma torre de observação de onde é possível ter um panorama 360 graus da região.

Embora no passeio de balão a construção realmente macule a paisagem linda, que era para ter só as construções antigas no skyline, não dá para negar que a vista oferecida pela torre é de cair o queixo.

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Balões e templos vistos da torre do Aureum Palace

A torre também é aberta para não hóspedes. Os melhores horários para visitá-la são entre 06:30/07:00, (quando o céu fica pintado de balões pela manhã) ou no final da tarde (para ver o pôr do sol). Em cima da torre também há um restaurante, caso queira almoçar com uma bela vista!

Mercado de Nyaung-U (Mani Sithu Market)

O mercado de Nyaung-U é uma boa forma de dar uma olhada na vida local. Ali é vendida uma variedade enorme de produtos, passando por artesanato, especiarias, diversas formas da Tanaka e a folha de Paan (falei delas nesse post).

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Mani Sithu Market

Monte Popa

A aproximadamente 45 kms de Bagan está o Monte Popa, uma das montanhas mais sagradas para a população do país. Embora a maioria da população do país seja budista, muitos dos budistas também acreditam em espíritos chamados nats, da religião animista.

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Monte Popa

São 37 nats, que correspondem aos espíritos de pessoas que já viveram no país (a maioria lendas) e encontraram mortes violentas.

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Alguns bonecos representando os nats

Para subir até o topo do monte são 777 degraus. Embora o monte pareça bem lindo visto de longe, lá em cima a arquitetura e decoração não são assim tão maravilhosas. De qualquer forma, foi legal para vermos a fé das pessoas e conhecer uma outra religião do país.

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No topo do Monte Popa

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Monte Popa

Na volta, paramos para almoçar no Popa Mountain Resort (dos mesmo donos do Aureum Palace), de onde se tem uma vista panorâmica bem bonita da região e do próprio Monte Popa de longe.

Passeio de barco pelo Rio Ayeyarwady

Eu acho impossível, mas caso você tenha cansado de ver pagodas no final da tarde, uma alternativa é um passeio de barco pelo Rio Ayeyarwady para ver o pôr do sol, que também é bem bonito.

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ONDE COMER

Um dos melhores restaurantes para se comer em Bagan fica em Old Bagan, bem perto do Templo Ananda, e por isso é bem procurado no horário do almoço. Chama-se The Moon, é vegetariano e é uma delícia. Eu juro! Sou zero do time da comida saudável e fiquei com os dois pés atrás quando li, mas fomos provar. Além do restaurante ser uma gracinha, a comida é muito boa. Eu comi um curry de abóbora com arroz de coco, mas cada um pediu um prato e todo mundo gostou bastante da sua comida.

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Já em Nyaung-U as opções são mais variadas. A maioria deles fica concentrada em uma rua, que era bem pertinho do nosso hotel. Um dos mais indicados é o Black Bamboo. O ambiente é bem gracinha e a comida é gostosa, embora a porção não seja tão generosa.

Outro restaurante bem indicado por guias de viagens e também pelos locais é o Weather Spoon’s. O prato mais famoso de lá é o hambúrger (pois é rs!). Eu provei, mas não achei nada de excepcional. No cardápio há outras opções de pratos de cozinha regional, acho que daria preferência a elas se voltasse uma segunda vez.

Por fim, o piloto do nosso balão nos indicou um restaurante chamado Wonderful Tasty, que fica bem ao lado do Weather Spoon’s. Ele nos disse que a comida demora um pouco para ser servida, mas que é deliciosa. Como ele mora em Bagan 6 meses do ano, confiamos super na indicação dele. Quando chegamos para jantar, acabou a luz (isso é comum em Bagan) e o restaurante não tem gerador. Acabamos não provando, mas fica aqui a dica!

Comer em Bagan é bem barato. As refeições, em geral, giram em torno de 7 dolares, já com a bebida. Também gostei bastante da comida, que lembra a Tailandesa (eles comem muito curry), mas não é apimentada.

NOSSA GUIA

Para finalizar o post, deixo aqui o contato da nossa guia Thandar, que esteve conosco em Bagan. Ela foi super fofa, solicita e agilizada. Recomendamos bastante, caso queira pegar um guia em Bagan. Perguntei pra ela e é possível que ela arranje também o transporte para você. Apenas um observação: não foi a Thandar que montou nosso roteiro, mas a agência. Então, caso opte por pegara guia direto, apenas sugiro que já tenha em mente as principais coisas que quer conhecer. Ficam aqui os contatos:

coral21@gmail.com

lovelyleo87@gmail.com

Veja também:

Myanmar na Prática e Visão Geral do País

Bagan – O Jardim de Templos de Myanmar

Yangon – introdução a Myanmar

A região de Inle Lake

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4 thoughts on “Bagan – O Jardim de Templos de Myanmar

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