Paraty

Localizada no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, Paraty é um destino delicioso em qualquer época do ano.

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Claro, há ocasiões em que a cidade ganha um destaque ainda maior, como acontece com a FLIP – Feira Literária Internacional que, dada sua dimensão, é considerada uma das mais importantes da América do Sul – para quem quiser se programar, neste ano de 2015 está agendada para 01 a 05 de julho. Outro evento também bem conhecido, responsável por lotar as ruas é o Festival Da Cachaça (ou “Festival da Pinga”) – neste ano previsto para os dias 13 a 16 de agosto (2015). E a fama justifica-se: Paraty foi uma das mais importantes regiões produtoras de pinga no Brasil Colônia e até hoje a tradição permanece com excelentes alambiques de aguardente produzidos na cidade.

Mas, fato é que a cidade encanta em qualquer simples final de semana que se resolva passar por lá.

De dia, a pedida é sair de veleiro, escuna ou lancha por entre os verdes mares da região – basta ir até o píer e negociar diretamente com algum deles o preço e conferir a programação. É possível escolher entre barcos lotados de turista ou um privativo.

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No primeiro dia, chegamos no píer às 9h30 e decidimos pegar uma escuna beeem turística, por cerca de R$ 30,00 por pessoa (dá pra pechinchar o preço na hora!) que saia por volta das 10h30. O preço incluía o almoço a bordo (bem simples, mas gostoso), música ao vivo e umas quatro paradas para banho. A paisagem é linda, mas o esquema é bem lotado e incompatível para quem quer sossego ou quiser nadar com os peixes com calma e sem tanta gente em cima!

No segundo e último dia, reservamos uma traineira privativa que custou cerca de R$ 60,00/hora (reservamos no próprio píer no dia anterior). Combinamos com o barqueiro e levamos nossas próprias bebidas a bordo. Deixamos por sua conta a escolha das praias e lugares pra mergulho (com skorkel disponível na própria embarcação), diferentes dos que havíamos conhecido no dia anterior. Paramos para almoçar em um restaurante bem rústico só acessível de barco (que também foi indicação dele!).

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À tarde, a maior graça da cidade é se deixar perder, a pé, pelas ruelas de paralelepípedos. O centro histórico da cidade, com diversos casarões coloniais, e com a igreja de frente para o mar, é uma volta ao século XVII e, não à toa, foi tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Para completar o cenário, há várias lojas de artesanato, ateliês de artistas plásticos e lojinhas para comprar cachaças e doces locais.

* há também a Casa da Cultura que não tive tempo de visitar, mas que conta com  uma ampla programação cultural e atividades para crianças.

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Como a maior atração da cidade é passear pelo seu centrinho, se puder, escolha um dos hotéis que fique bem próximo a ele – fiquei hospedada na Pousada Paisagem Paraty que, apesar de bem bonita (com uma piscina gostosa), achei que pecou um pouco pela localização.

No centro, também são várias as opções gastronômicas. Ouvi ótimas recomendações do Banana da Terra e do Café Paraty, mas há alternativas para todos os gostos: restaurantes com mesinhas na calçada e música ao vivo, pizzaria com forno a lenha, outros mais rústicos ou mais intimistas… De sobremesa, comemos umas das deliciosas cocadas vendidas nas ruas.

Por todos os motivos, vale a pena passar um final de semana para conhecer (e revisitar!) Paraty.

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