O Principal de Paris

Esse post teve origem numa escala alargada de 1 dia e 2 noites em Paris, na viagem da Rússia. Os planos originais eram só curtir e descansar, sem nada de turismo, mas estava com gente que não conhecia a cidade e minha última vez lá tinha sido em 2003. Não demorou muito para os nossos planos mudarem da água para o vinho e decidirmos conhecer/rever os pontos turísticos mais importantes nesse um dia e meio.

Quando comecei a escrever o post, tinha pensado em títulos como Paris Express ou Paris em 1 dia. Mas depois mudei de ideia por uma razão: apesar de termos feito tudo em um dia, nada te impede de pegar esse roteiro e dividir em vários, incluindo outros programas que deixamos de lado pela falta de tempo. Vou tentar incluir algumas dicas extras das regiões em que passamos, que aparecerão em itálico e lilás.

Além das dicas extras que eu e as meninas vamos incluindo ao longo do roteiro básico, antes de programar sua viagem, sugiro uma consulta ao site Conexão Paris, que traz muitas informações (turísticas ou não) sobre a cidade.

Vamos lá.

No primeiro dia, chegamos em Paris já no final da tarde e o dia seria perdido se não fosse por um detalhe: era sexta-feira. E de quarta e sexta o Louvre fica aberto até às 21:45hs. Se estiver na cidade em algum desses dias, mesmo que tenha bastante tempo disponível, recomendo muito que considere com carinho a opção de conhecer o museu à noite. Nesse horário, não há excursões e ele é muito mais vazio.

Da última vez que tinha ido à cidade, era inverno (baixa temporada) e mesmo assim quase não consegui ver a Monalisa de tanta gente que se aglomerava por lá. Já estava preparada psicologicamente para enfrentar muito mais gente na alta temporada, mas o museu estava vazio (para os padrões do museu mais famoso do mundo).

O bom de programar sua visita por volta das 18:00h é que dá para apreciar a fachada com sol na entrada e, na saída, ver o museu todo iluminado.

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** Para comprar o ticket do Louvre adiantado e evitar a fila da bilheteria, a melhor tática é comprar online na FNAC e depois retirá-lo na loja da marca que fica logo na entrada do museu. Mais informações aqui

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Saindo do Louvre, ainda fomos caminhando pela lateral do Sena até a Ponte Alexandre III.

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Museu Dorsey iluminado à noite

De lá, fizemos um desvio para a Praça da Concórdia, de onde se tem uma vista bem bonita da Champs-Élysées à noite.

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Pegamos o metro (estação Concorde) direto para o Tocadéro (estação de mesmo nome), ótimo lugar para assistir ao show de luzes da Torre Eiffel, que dura 10 minutos e ocorre de hora em hora, a partir das 21h.

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Nosso hotel ficava nessa região. A escolha foi baseada no nosso roteiro, que terminaria na torre no primeiro dia e começaria por ela no dia seguinte. Mas não acho que seja a melhor região para se hospedar. Ficamos no Palais de Chaillot. Nada de luxo (os quartos são minúsculos), mas é super limpinho, novinho e barato.

** Se for ficar mais tempo na cidade, recomendo hospedar-se na região de Saint  Germain, que fica bem agitada à noite, com vários restaurantes, bares e cafés. Apesar de ser na margem esquerda do rio (Rive Gauche), é central para conhecer vários pontos turísticos.

No dia seguinte, às 07:00 da manhã, estávamos na rua.

Trajeto

Em vermelho – atrações que visitamos / Em roxo – atrações extras para quem tem mais tempo / Em amarelo – nosso trajeto à pé

Paramos para um café na Praça Tocadéro e fomos andando em direção à Torre Eiffel. Tiramos várias fotos da torre lá de cima, descemos as escadas e fomos caminhando para atravessar o Sena.

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Passamos embaixo da torre e fomos para os jardins em frente a ela (Champ de Mars). O lugar, que é sempre lotado de turistas, a essa hora estava um delícia, super vazio, só com alguns parisienses fazendo suas corridas matinais.

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Ali, fica o Muro da Paz (Mur de la Paix), monumento que foi construído para ser temporário, mas virou permanente após uma decisão da justiça francesa. Opiniões à parte (muita gente é contra, pois o monumento tira a visão da torre), vale a pena mencionar que a própria Torre Eiffel foi construída como estrutura temporária. Projetada por Gustave Eiffel, foi o portal de entrada para a Exposição Universal de 1889, em homenagem ao centenário da Revolução Francesa. Quando foi construída, muitos parisienses a achavam horrorosa, mas hoje em dia é o monumento mais visitado do mundo e símbolo da cidade!

** Nessa região, fica também o Les Invalides, onde está o Musée de L’Armée. O nome do complexo deve-se ao fato de ter sido construído por Luis XIV (o Rei Sol) para ser um abrigo para militares feridos e mutilados do exército francês (uma parte ainda serve a esse fim), além de um hospital militar. Foi com as armas retiradas do Hôtel des Invalides que os revolucionários de 1789 atacaram a Bastilha. O museu tem um acervo impressionante das guerras da França, com armaduras, armas, uniformes e até o cavalo de Napoleão empalhado. Aliás, o próprio Napoleão está enterrado sob o domo dourado. 

** Pertinho, está o Museu Rodin, muito famoso por seu jardim com as esculturas do artista. Ali, está a famosa escultura “O Pensador”.  Eu (Maíra) já fui e, particularmente, não acho assim tão imperdível, a nãr ser que seja fã do artista. 

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Imagem retirada do site oficial do museu

De lá, pegamos o metro (Ecóle Militaire), para a estação Étoile, onde fica o Arco do Triunfo. Se fizer questão de subir no arco, deixe para visitá-lo mais tarde (a partir das 10:00h). Construído em comemoração às vitória militares de Napoleão, tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Obs.: para chegar e sair do arco, use a passagem subterrânea.

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Do arco do triunfo, descemos a Champs-Élysées inteira à pé, parando para tomar um segundo café da manhã e entrando em algumas lojas.

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Obs: esse trecho da Champs-Élysées dá aproximadamente 2kms. Se quiser pulá-lo, é possível pegar o metrô do Arco do Triunfo até a estação Champs Elyssées-Clemenceau, que já fica pertinho da Ponte Alexandre III.

Um pouco antes do final da avenida, viramos à direita na Av. Winston Churchill, passando pelo Grand Palais e pelo Petit Palais.

** Nós não entramos em nenhum, mas a entrada no Petit Palais é grátis e lá dentro está o Museu de Belas Artes de Paris. Tem bastante coisa bacana. No jardim interno, tem um restaurante gracinha que não é caro. Se tiver mais tempo, vale a visita!

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Continuamos em direção à Ponte Alexandre III, a mais bonita de Paris, cheia de esculturas e dourado, de onde se vê o Rio Sena e a Torre Eiffel.

Pela beira do Rio Sena, continuamos para a Praça da Concórdia. O obelisco que está ali é original e fazia parte do Templo de Luxor, no Egito. Foi presente do o vice-rei do país para o rei francês Carlos X (1824-1830).

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Da praça, começa o Jardin des Tuileries, que levará ao Louvre. Como nós já tínhamos passado pelo museu no dia anterior, ficamos apenas passeando pelo jardim.

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** Ali nos jardins, fica o Musée de L’Orangerie, que tem as famosas telas enormes de Monet, chamadas Les Nymphéas, além de quadros de Matisse, Picasso, Modigliani etc. Eu não conheço, mas na minha próxima viagem a Paris será a primeira atração a ser visitada!

*Obs Débora: Monet pintou este quadro, Les Nymphéas, especialmente para o museu – que é pequeno, mas bem interessante. Vale a pena ir depois de conhecer Giverny, para ver ao vivo os jardins que inspiraram esta obra.

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Foto da sala Les Nympheas retirada do site oficial do museu

Como estávamos com o tempo curto, pegamos o metro Tuileries e descemos no Opera, para conhecer a Ópera de Paris. O prédio é lindo e é possível visitar seu interior mesmo quando não há espetáculos. Se quiser assistir a um, confira aqui a programação.

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Coladinha na Ópera, está a famosa Galeria Lafayette. Mesmo se não for fazer compras, vale a pena dar uma entradinha para ver o teto lindo do prédio.

** Fizemos o percurso de metrô porque estávamos super sem tempo, mas tem bastante coisa legal nessa região da cidade. Na Rue de Rivoli, fica o famoso Café Angelina. Na Rue Saint Honoré (e sua continuação Faubourg Saint Honoré) e na Avenue Montaigne, estão marcas de luxo famosas, como Channel, Goyard etc. O famoso Hotel Plaza Athenée também fica naquela avenida. Na Avenue de L’Opera, há uma loja da Pierre Hermé, conhecida pelos deliciosos macarrons. Aproveite que estará naquela região para conhecer a Praça Vendôme, a Praça Madeleine (vale entrar na Casa Fauchon) e o lindo prédio do Palais Royal.

Voltamos de metrô para o Louvre e viramos à direita para continuar nosso caminho pelo Quai des Tuileries, à beira do rio.

Fomos caminhando por lá até a Pont des Arts, famosa pelos cadeados que são colocados pelos casais nas suas grades laterais, com a chave jogada no rio, para um amor eterno.

Como estávamos do outro lado do rio, continuamos caminhando às suas margens até chegar à Ponte Neuf, que leva à Ile de La Cité, onde está a famosa Catedral de Notre Dame.

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O interior da catedral tem vitrais lindíssimos e bem famosos. É possível subir ao seu topo, mas a fila é sempre bem grande e, naquele dia, não era exceção. Nós não encaramos por falta de tempo. A igreja tem uma das principais relíquias cristãs: um fragmento da coroa de espinhos de Jesus. Ela é exibida ao público a cada primeira sexta-feira do mês, às 15:00hs, e na sexta-feira santa, das 10:00 às 17:00hs.

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** Com mais dias, eu não deixaria de subir na catedral, menos pela vista, mais por poder ver de perto as esculturas do topo. Começaria o roteiro de algum dia pela igreja, para poder chegar cedo e evitar a fila de subida.

Além de Notre Dame, a Cité tem outros prédios famosos, como a Sainte Chapelle e o Tribunal de Grand Instance. Quem sou eu para tirar o posto da Notre Dame mas, na minha opinião, a Sainte Chapelle é muito mais linda por dentro, com aqueles vitrais enormes coloridos por todos os lados.

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Interior da Saint Chapelle

Além disso, vale caminhar pelas ruas da ilhota, que são bem charmosas.

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Da própria Cité, pegamos o metrô em direção à Sacré-Coeur, a famosa basílica, de onde se tem uma vista linda da cidade lá embaixo.

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** Se tiver tempo, vale a pena caminhar por Montmartre, um dos bairros mais famosos de Paris. Na Place des Tertres, ficam os artistas de rua que fazem caricaturas dos turistas. Na Praça des Abesses, está o muro do “Eu Te Amo” (mural com a frase escrita em diversas línguas). Se for fã de Amelie Poulin, no n. 15 da Rue Lepic fica o café do filme. Ainda, se não for passar por ele à noite (recomendo, o show é maravilhoso), ali pertinho fica o Moulin Rouge, na Boulevard Clichy (metro Blanche).

Saindo da Sacré-Coeur, demos uma caminhada rápida por Montmartre e pegamos o metrô de novo. O destino é a estação Bastille. Aqui, nós tivemos que fazer um pit-stop. Eu tinha comprado 3 demaquilantes de 500ml cada – na época não vendia Bioderma no BR hehe – e a sacola estava pesando. Então, resolvemos ir para o hotel deixar os frascos. Estava tão calor, que tomei uma ducha e troquei de roupa. Portanto, apesar da roupa ser diferente, continuamos no mesmo dia, ok?

Embora o local da Praça Bastille seja um dos mais históricos de Paris, hoje em dia, não tem muito o que fazer por lá. A antiga prisão, cuja tomada marcou a Revolução Francesa, foi totalmente demolida. Após boatos de que as tropas reais estariam preparando uma repressão sangrenta à população revoltada, surgiu a idéia de que todos deveriam armar-se para a própria defesa. Após roubo em massa das armas do Hôtel des Invalides, apareceu a informação de que o estoque de pólvora estaria na Bastilha, para onde todos se encaminharam. Os guardas da prisão descontrolaram-se e atiraram contra a população que, revoltada, partiu para o assalto. Foi por isso – e não pelos 8 prisioneiros que ali estavam -, que houve a Queda da Bastilha.

De lá, fomos para a Place des Vosges, a minha preferida! Exemplo de planejamento real das cidades, todos os edifícios ao seu redor tÊm a mesma arquitetura, com tijolos vermelhos em cima e grandes arcadas embaixo. Embora os edifícios mais altos sejam chamados de Pavilhão do Rei e da Rainha, a praça não era residência de membros da família real, mas da aristocracia parisiense. No número 6, por exemplo, está a casa de Victor Hugo.

Hoje em dia, durante o verão, a praça é tomada de jovens, que usam seus gramados como praia, aproveitando o wi-fi grátis.

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Vale a pena caminhar pelas ruas do Marais, bairro moderninho e charmoso onde fica a praça. Na Rua Bourg Tibourg, fica a famosa casa de chás Mariage Frères, uma delícia. Como o roteiro está no final, dá para se dar ao luxo da paradinha. No Marais, também está o Hotel de Ville, prédio da Prefeitura de Paris, que é lindíssimo.

** Se quiser gastar mais tempo no bairro, o Conexão Paris tem boas informações sobre o Marais e o Alto Marais. Aqui

Ali perto, fica o Centro George Pompidou. Nem estava nos nosso planos, mas quando percebemos, estávamos quase em frente e aproveitamos para admirar a arquitetura do exterior. Deu bastante vontade de entrar, mas a essa hora já estávamos bem cansados e não iriamos aproveitar tanto.

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** Se estiver com mais pernas ou mais tempo, dentro do Centro fica o Museu de Arte Moderna e Contemporânea, além de exposições temporárias. Todos as tubulações são aparentes e a arquitetura do interior é bem legal. Não deixe de subir ao 5o andar: o acesso é feito pelas escadas rolantes que ficam do lado de fora do prédio (esse tubo acima da minha cabeça na foto). Lá em cima, fica um restaurante.

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Fonte em frente ao Pompidou

À noite, nós já tínhamos comprado o ticket para subir à Torre Eiffel. As filas são enoooormes e demoradas, então, comprar o ticket online aqui é uma boa pedida.

Subir ou não na torre? Tem gente que diz que não vale a pena e eu concordo que a vista lá de cima perde um pouco a graça sem o próprio símbolo da cidade no horizonte. De qualquer forma, é um dos pontos turísticos mais famosos do mundo e acho que vale a pena, sim, subir na sua primeira visita à cidade.

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As duas vezes que subi à torre foram à noite. Da primeira vez, em 2003, me lembro de não ter achado a menor graça. Na minha memória, não dava para ver quase nada lá de cima. Não sei se estava errada ou se em 8 anos realmente a cidade investiu em uma maior iluminação, mas gostei mais da segunda vez. Nunca subi de dia, então não saberia dizer com propriedade qual horário é melhor. Pelas fotos, acho que de dia dá para ver mais coisas, mas não tem o charme da iluminação noturna.

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A foto borrou, mas dá para ver como está bem iluminado!

** Por pura falta de tempo, deixamos de visitar a região que fica para baixo do Rio Sena no mapa, a chamada Rive Gauche. Embora seus pontos turísticos não sejam tão famosos quanto os da margem direita do rio (com exceção da própria torre, claro), há muita coisa interessante na região. Os principais pontos são o Museu D’Orsay (que, se você gosta de impressionismo, é imperdível e um dos meus preferidos na cidade), os Jardins de Luxemburgo, a Universidade Sorbonne, a Capela da Medalha Miraculosa, o ótimo mercado Le Bon Marchè etc. 

Com mais dias na cidade, dividiria meu roteiro da seguinte forma:

DIA 1: Torre Eiffel / Museu Les Invalides / Museu Rodin / Ponte Alexandre III / Petit Palais

DIA 2: Arco do Triunfo / Champs-Élysée / Av. Montaigne / Jardim das Tulherias / Museu L´Orangerie / Palais Royale / Ópera (no caminho, ruas Rivoli e St. Honoré, Place Vendôme e Place Madeleine) / Galeria Lafayette / Printemps – unidade Haussmann (loja de departamento  com uma vista linda da cidade no café do topo).

DIA 2 – Sacre-Coeur e Montmartre / Centro George Pompidou / Place des Vosges e Marais

DIA 4 – Notre Dame / Ponte des Arts / Museu D’Orsay / Saint Germain (Capela da Medalha Miraculosa, Bon Marche, Cafés Antigos: Le Deux Magots, Café Fiore, Café Procope) / Jardins de Luxemburgo / Sorbonne

* deixaria uma noite para o Louvre, uma para a Torre Eiffel e outra para o Moulin Rouge.

Para passeios ao redor da cidade, tem posts específicos sobre Versailles e Jardins de Giverny.

Se você tiver só um dia em Paris e decidir seguir esse roteiro que fizemos no dia que passamos por lá, acho importante considerar algumas observações.

A primeira é que era verão na Europa, o que significa sol desde às 6 da manhã até às 8 da noite, dando muito mais tempo para conhecer a cidade. Se estivéssemos no inverno, com certeza não teríamos feito toda essa programação.

Tenho um ritmo bem rápido de viagem: já cedo estou na rua, não sou de ficar horas admirando o vai e vem sentada num café e geralmente nem almoço. Engano o estômago com alguma coisa e deixo para fazer um almo-janta no começo da noite. Sempre faço assim, com ou sem tempo, então, isso não representou um sacrifício.

Eu costumo andar muito (sempre opto por fazer a maioria dos deslocamentos à pé para conhecer o máximo da cidade) e no final desse dia já estava bem cansada, mas isso também não é uma novidade nas viagens.

Digo isso porque o roteiro é realmente puxado e acho que viagem deve ser um prazer – não uma obrigação. Se você tem/gosta de um ritmo mais lento, tentar seguir esse roteiro pode te trazer mais estresse do que prazer, então seria melhor escolher apenas algumas atrações e deixar outras de lado.

Independentemente do que escolher fazer, não tem como ser ruim! Não é à toa que Paris tem tamanha fama. A cidade é realmente linda e esbanja romantismo por todos os cantos. Se não der para fazer tudo na primeira visita (ou na segunda, ou na terceira), não fique triste: é sempre bom ter um motivo para voltar a Paris.

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4 thoughts on “O Principal de Paris

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