Santorini

Santorini é uma das imagens típicas da Grécia: aquele mar azul, com casinhas brancas descendo pela encosta.

Nós viemos de avião de Mykonos (Olympic Air), em um voo de 35 minutos, mas também é possível chegar de barco ou ferrys, embora esse meio de transporte demore bem mais.

As principais partes da ilha são Thira (diz-se Fira) e Oia (diz-se Ia).  Embora Thira seja maior e mais econômica, indico de olhos fechados ficar em Oia, vai valer o investimento. É lá que estão as casinhas brancas, o famoso pôr do sol e as ruas de mármore. As fotos de cartão postal que você vê foram tiradas lá.

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Foi lá também que nos hospedamos. Como, diferente de Mykonos, já sabíamos que iriamos ficar bastante no hotel, procuramos um bem bacana. Escolhemos o  Villa Katikies, que tem acomodações lindíssimas e saída direto para a rua principal. Vou falar mais dele no final do post.

No primeiro dia, não quisemos saber de nada, só de Oia. Ficamos andando pela rua principal e adjacentes, tirando várias fotos das paisagens.

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São várias casinhas, igrejas e flores, lindo lindo lindo!

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Fomos andando até o Castelinho, onde ocorre o famoso pôr-do-sol e de onde se tem uma visão linda das casinhas brancas.

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Mas ainda estava longe do horário do sol se por e voltamos para o Hotel Katikies para almoçar e aproveitar a piscina. Você pode (tentar) escolher qual das vistas proporcionadas mais te agrada: da cidade ou do mar. Não preciso falar muito, porque as fotos dizem tudo, não dá vontade de sair de lá!

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A hora que você se cansa do sol, ainda tem a hidro:

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Chegando o final da tarde, tomamos banho, trocamos e roupa e saímos para ver o pôr-do-sol. Tínhamos feito reserva para o Restaurante Ambrosia, que dizem ter uma vista linda para o espetáculo, mas perdemos o horário …

Ficamos naquela de “vamos arriscar ir fora do horário ou não“, mas, para não correr o risco de perder o pôr-do-sol, decidimos ir até o castelinho. É conhecido como o melhor lugar para o final do dia, oferecendo vistas também das casinhas. Mas estava lo-ta-do. Tinha lido que se quisesse pegar um bom lugar, precisava chegar muito mais cedo, mas e a preguiça de ficar lá com o sol na cabeça só para bater boas fotos?

** Um passeio bem comum em Santorini também é ver o pôr-do-sol em barcos. 

Saímos do castelinho e fomos andando pela ruazinha lateral, na qual dá para ver o pôr-do-sol igualzinho. Achamos um lugar numa muretinha e ficamos lá observando. Naquele dia, uma maresia não deixou o sol entrar certinho no mar, mas foi lindo do mesmo jeito.

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No segundo dia, para não dizer que não conhecemos mais nada da ilha além de Oia, alugamos um quadriciclo e fomos dar uma volta.

Santorini tem algumas praias, mas nenhuma delas é bonita. São de pedras ou de areia bem escura e grossa. Então, nem perdemos tempo visitando. Por isso que escolhemos um hotel bom: a parte toda de ficar curtindo o sol rola na piscina do seu hotel e, se ela for com vista para a Caldera, melhor ainda.

Fomos apenas até a Red Beach, uma praia de areias vermelhas, que eu estava curiosa para conhecer. Vale a pena chegar por cima, no view point, de onde se tem um panorama do lugar.

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Na volta, passamos por Thira e resolvemos dar uma voltinha. A cidade é bem diferente de Oia. Eram muitas lojas, uma ao lado da outra, e a maioria das ruas não tinha aquela vista linda para o mar. De qualquer forma, valeu para conhecer.

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Burrinhos de carona que fazem o sobe e desce em Thira

Não era nem horário do almoço quando já estávamos batendo cartão de novo na piscina do hotel rs!!

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No mesmo esquema do dia anterior, no final da tarde nos trocamos e fomos ver novamente o pôr-do-sol. Não sou de repetir programas, mas quando se está na ilha com o pôr-do-sol mais famoso do mundo, não dá para ignorar. Dessa vez, ele desceu certinho no mar!

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Saindo de lá, paramos direto em um restaurante qualquer. O garçom perguntou se a gente preferia a mesa embaixo ou no terraço e nós escolhemos o terraço, claro! O garçom apontou a nossa mesa e ela SÓ era bem de frente para o lugar onde o sol se põe. O céu nem tinha escurecido ainda e a paisagem era essa:

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Ficamos abismados porque o restaurante estava vazio, ninguém tinha ido assistir ao pôr-do-sol de lá! Ficamos conversando com o dono do restaurante e brincamos que ele deveria fazer propaganda da vista que ele tem. A resposta foi: ah não, estou feliz desse jeito. Zero corporativo heheh, se fosse outro dono, já tinha mil indicações no Tripadvisor e cobrava uma fortuna. Então, já fica aqui a dica: se passar o final da tarde confortavelmente sentado na mesa do restaurante, jante no Strogili. Procurei e acho que nem site tem. Depois de tanta informação, esqueci de falar da comida. Não era a melhor, nem a pior. Mas vale pelo ótimo atendimento e pela vista maravilhosa.

Aquele seria nosso último dia na Grécia e não poderia ter terminando melhor! Santorini, você é linda demais!

** Sobre a escolha do hotel em Santorini

Tenho como regra não gastar muito em hotéis (viajar barato para viajar sempre). Quando estamos viajando, batemos perna o dia inteiro e usamos o hotel só para dormir mesmo. Pagar muito seria um péssimo custo x benefício. Então, minhas prioridades na hora da escolha são: limpeza, localização e preço. Essa regra, no entanto, tem uma exceção: quando o turismo é o próprio hotel. Explico. Numa viagem ao Caribe, por exemplo, na maioria do tempo a programação é só curtir a piscina/praia do hotel. Nesses casos, acho que vale a pena investir um pouco mais.

Para ter uma noção da delícia do Villa Katikies, não há lugar de café-da-manhã. No dia anterior, você passa na recepção e escolhe o que quer para o dia seguinte. No horário que você escolheu, eles montam uma mesa na sua varanda, que é virada para o mar.

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Nossa varanda

O que nos fez bater o martelo pela Villa Katikies é que ela é do grupo do próprio Hotel Katikies, do qual pudemos usar todas as instalações.

Conversando com a moça da recepção, ela nos contou que tinham planos para aumentar a estrutura da vila e não seria mais necessário (entenda-se, possível), usar a estrutura do hotel. Vale checar essa informação, porque foram as facilidades (piscinas heheh) do hotel que influenciaram a nossa escolha.

Caso eles ainda mantenham essa possibilidade de intercâmbio, ficar na Villa e não no hotel é um negocião: em agosto de 2013, pagamos uma diária de 399 euros. Não estou dizendo que é pechincha, mas não é caro perto da diária de hotéis em Oia que oferecem essa mesma infra (que podem chegar tranquilamente a 1000 euros).

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3 thoughts on “Santorini

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