Sintra

Sintra não é só mais uma daquelas charmosas cidadeszinhas portuguesas, nas quais é uma delícia se perder nas suas ruelas e tomar uma taça de vinho aqui e comer uma sobremesa acolá (aqui, no caso, o doce mais renomado é o “travesseiro” da Piriquita). Sintra conta com diversas atrações e com construções que impressionam pela grandiosidade e pela beleza (horários e preços aqui). Está a cerca de 40 minutos de trem de Lisboa, e a passagem custa menos de três euros! Ou seja, um programa de um dia – ou mais, para quem tiver tempo sobrando – imperdível. Fui em novembro de 2013 e recomendo!

Obs. Maíra: o trajeto de trem é feito pela CP e o número do ônibus que passa pelas principais atrações em Sintra é o 434.  A Piriquita fica numa travessa que sai da praça do Palácio Nacional. 

Saindo da estação de trem à direita, já é possível pegar o ônibus turístico (daqueles que você pode pegar e descer o dia todo e paga uma só passagem) que passa em frente a uns dos principais pontos de Sintra: Palácio Nacional, Castelo dos Mouros e Palácio da Pena. Nós fomos andando até o centro – pra aproveitar e ver umas esculturas neste caminho!- e pegamos este ônibus lá.

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Deixamos passar o Palácio Nacional e fomos direto ao Castelo dos Mouros (compramos o ticket combinado do Castelo + Palácio da Pena). Na verdade, não se trata mais de um castelo, mas das ruínas que sobraram dessa edificação feita pelos árabes no século VIII. Além da própria construção que impressiona, a vista que se tem da cidade é incrível.

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obs. Maíra: o Palácio Nacional não atrai muito por fora, porque – pelo menos quando fui – estava meio detonado. Por dentro, o mais interessante são as salas com azulejos e a cozinha, com a chaminé e alguns utensílios da época. A visita, na minha opinião, não é imperdível. Da praça do palácio, dá pra ver o Castelo dos Mouros em cima da montanha.

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Depois, fomos ao Palácio da Pena, declarado Patrimônio mundial pela Unesco. Por dentro, os móveis são mantidos como eram utilizados pela família real. Mas é por fora que está o seu maior charme: a construção segue o estilo romântico do século XIX e encanta pelas cores fortes. Pra completar o ambiente, ao seu redor estão mais de 200 hectares de jardins. Uma das construções mais bonitas que conheci em todo Portugal!

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De ônibus, voltamos para almoçar em um dos restaurantes no centro histórico. Uma opção para quem quiser comer bem – mas um pouco cara – é o Café Paris. Depois, fomos a pé até a Quinta da Regaleira, um lugar um tanto peculiar que, além do palácio, conta com capelas, lagos e estátuas espalhadas nos imensos jardins – além de tuneis, poços e, dizem, diversos símbolos maçons espalhados. No mínimo, interessante!

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Embora seja possível conhecer Sintra em um bate e volta de Lisboa, como não iríamos voltar pra lá – mas seguir viagem para o norte de Portugal – , optamos por passar a noite na cidade. Contudo, depois das seis, sete da noite, fica tudo meio deserto e são poucas as opções de restaurantes abertos (a melhor opção é, com certeza, ir embora no mesmo dia!).  Mas até isso foi compensado pela vista incrível que tivemos no café da manhã do hotel em que ficamos.

obs. Maíra: como estava com a minha mãe, optamos por pegar um carro particular com motorista, que nos levou pra Sintra. Fechamos direto com a recepção do hotel e nos custou EUR70,00 (novembro de 2012) para o dia todo. Aproveitamos que estávamos de carro e passamos na ida pelo Cabo da Roca (ponto mais ocidental a Europa) e, na volta, pela Boca do Inferno (essa só vale a pena se não for dedicar um dia ou uma tarde inteiros a Cascais). A vantagem de estar de carro é que você não precisa ficar preso aos horários do trem/ônibus. A desvantagem é que fica (muito!) mais caro: EUR35,00 por pessoa x aprox. EUR8,00 de trem + ônibus.

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Boca do Inferno

Obs. Maíra: no programa, dá pra tentar incluir, ainda, uma visita ao Palácio de Queluz (palácio de verão da família real portuguesa) , mas não fomos porque achamos que ficaria corrido. Se for incluir no seu roteiro, o trem Lisboa-Sintra faz uma parada na estação Queluz-Belas (a +/- 1km do local).  

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3 thoughts on “Sintra

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