Israel dia a dia

DIA 01 – TEL AVIV e CEASAREA

 O aeroporto Bem Gurion fica localizado entre as cidades de Jerusalém e Tel Aviv. Assim que chegamos, fomos direto em direção à Tel Aviv.

 A cidade é super nova e moderna, cheia de barzinhos na beira da praia, shoppings e restaurantes bonitinhos. Vale a pena conhecer melhor se você tiver um tempinho a mais.

 Como modernidade, badalação e compras não eram o foco da viagem, apenas passamos por Tel Aviv, deixamos as malas no hotel e fomos direto para Ceasarea, que é pertinho de lá.

Ceasarea é uma cidade pequena, assim denominada em homenagem ao imperador romano César Augusto. A parte nova é cheia de condomínios de casas de luxo e campos de golfe e a parte antiga, nosso destino, abriga as ruínas da antiga cidade, com construções datadas desde o período helênico (século 3 a.C) ao das Cruzadas (século 12 d.C.).

As principais atrações são as ruínas do antigo palácio do Rei Herodes (século 1 d.C), o hipódromo e o auditório, que foi restaurado e hoje é palco de shows e concertos.

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Estas atrações estão dentro de um “parque” nacional, que conta com estacionamento, placas explicativas e estrutura completa para os turistas.

Fora do “parque”, é possível visitar o antigo aqueduto romano, que fornecia o suprimento de água no local e está super bem conservado.

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Passamos a tarde toda visitando a cidade e voltamos para dormir nos arredores de Tel Aviv.

 

DIA 02 – ROTEIRO HISTÓRICO – HAIFA, AKKO E TIBERIAS

Acordamos cedinho e fomos em direção à Haifa e Akko.

Haifa é a terceira maior cidade de Israel e abriga o maior porto do país. É cheia de praias movimentadas e é um exemplo de tolerância religiosa.

Além das igrejas, mesquitas e sinagogas, também conta com templos de diversas minorias religiosas, com destaque para o templo da religião Bahai, cuja sede mundial fica em Haifa. A sede fica em um complexo no topo do Monte Carmelo e conta com um jardim maravilhoso, um verdadeiro cartão postal da cidade.

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O interior dos jardins pode ser acessado integralmente em uma visita guiada (vale conferir os horários com antecedência aqui), porém, caso você perca a hora da visita (o que aconteceu conosco) dá para entrar até a metade.

Saindo de Haifa, fomos em direção a Akko (ou, em português, Acre..rsrs). Akko é uma cidade pequena, rodeada por muralhas. Abrigava um importante porto e, por isso, foi sempre muito disputada por diversos povos (cruzados, otomanos, árabes..até Napoleão tentou fincar sua bandeira por lá). As principais construções datam do período das Cruzadas, em que a cidade ficou sob domínio ocidental cristão. A mais interessante é um túnel utilizado pelos templários que liga o porto ao interior da cidade.

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Dá para pegar um mapa no Centro de Visitantes que fica bem no centro e caminhar pelos pontos turísticos em uma tarde. No Centro também é possível comprar ingressos conjuntos que dão direito a acessar várias atrações da cidade. Há também ingressos que combinam os pontos turísticos de Akko com outras atrações turísticas próximas (por exemplo Rosh Hanikra).

Rosh Hanikra é a ultima cidade do norte de Israel, de onde já da pra ver o Líbano. A maior parte dos tours combina Haifa, Akko e Rosh Hanikra. Nossa ideia inicial era seguir essa rota, mas acabamos optando por ficar mais tempo em Akko e seguir direto para Tiberias, onde iríamos dormir. Resolvemos “pular” Rosh Hanikra, já que vimos pelas fotos que o legal lá é mesmo beleza natural, nada histórico…mais uma vez, optamos por nos manter focados no propósito da viagem.

Chegamos em Tiberias já no começo da noite, deu pra andar um pouquinho pelo centro e jantar.

Tiberias é famosa por ficar a 200 m abaixo do nível do mar. Por conta disso, o ar é bastante “denso” e deixa as paisagens mais amplas estranhamente “embaçadas”. A cidade é também famosa por margear o Lago Kinneret, mais conhecido por nós com o nome de “Mar da Galiléia”.

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A cidade é grande e é roteiro turístico para os israelenses, que aproveitam as “praias” que circundam o lago. Há uma estrutura bem completa de hotéis, restaurantes e comércios. Optamos por ficar em um hotel próximo ao centro, com acesso a pé para o “calçadão” que fica bem movimentado à noite. Ficamos no Leonardo Hotel Tiberias.

Por estar perto de alguns dos principais pontos de peregrinações cristãs, a cidade é local de hospedagem para diversos tours. O turismo da cidade mesmo pareceu ser mais voltado para os israelenses, que aproveitam as praias e passeiam de barco pelo lago.

 DIA 03 – ROTEIRO “RELIGIOSO” – Kanna, Nazareth, Caphernaum e Tabgha

Este dia foi dedicado a um roteiro mais religioso, na verdade, mais cristão. Para quem conhece os principais relatos bíblicos é interessante relacionar as paisagens às histórias.

Aqui vale uma dica: apesar de Israel ser um país judeu, de abrigar importantes comunidades muçulmanas e de diversas outras religiões, os católicos dominam os roteiros religiosos. Eles chegam em ônibus lotados e não medem esforços para entrar nos locais sagrados, então é sempre bom tentar evitar os horários de pico ao visitar esses lugares.

 Ah, vale lembrar que nos locais sagrados não é possível entrar de bermuda, shorts ou saias com comprimento acima dos joelhos. Se estiver de regata também é preciso cobrir os ombros.

 Kfar Kanna (ou Cana)

Saímos cedinho de Tiberias em direção à Kfar Kanna, um minusculo vilarejo árabe que fica no meio do caminho entre Tiberias e Nazareth. O local é famoso para os cristãos. De acordo com os relatos bíblicos, foi lá que Jesus realizou o milagre da transformação da água em vinho.

O lugar mais importante no vilarejo é a igreja católica, construída em 1879, no local tradicional do milagre do vinho. Dá pra parar na rua principal e subir para a igreja a pé. Nesta rua principal já da pra ver diversas lojinhas de souvenir vendendo lembrancinhas como o “vinho do milagre”.

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Nazareth

Nazareth é um dos principais destinos dos peregrinos cristãos. Foi na cidade que, de acordo com os textos bíblicos, o anjo Gabriel anunciou a Maria que ela iria receber o menino Jesus e é também o lugar onde Jesus passou a sua infância e juventude.

 Dá pra parar o carro em algum estacionamento nas proximidades da atração principal da cidade: a Basílica da Anunciação e fazer o roteiro pela cidade a pé (perto da igreja há um posto turístico para pegar um mapa).

A Basilica da Anunciação foi construída no local onde tradicionalmente ficava a casa de José e Maria e onde, de acordo com os católicos, a mãe de Jesus recebeu a visita do anjo Gabriel.

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A construção é imponente, conta com um portão todo trabalhado e, no pátio externo, há imagens de Nossa Senhora retratada por diversos países.

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Ao lado da Basilica, foi construída a Igreja de S. José, no local em que teria sido a carpintaria do “pai” de Jesus.

 A alguns quarteirões da imponente basílica está a Igreja da Anunciação, bem mais simples e construída no local em que, para os cristãos ortodoxos, houve a visita do anjo Gabriel à Maria (de acordo com os ortodoxos, a aparição foi feita próxima a um poço, o Poço de Maria).

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Por abrigar estes importantes pontos turísticos, Nazareth também é cheia de restaurantes, hotéis e comércios. Vale dar uma passeada pelo mercado árabe local, cheio de barraquinhas com temperos orientais e tecidos coloridos.

Terminamos o roteiro em Nazaré no horário do almoço. Comemos por lá e seguimos de volta na direção de Tiberias. Os demais locais a visitar ficavam próximos à cidade onde voltaríamos para passar a noite.

 Já na beira do Mar da Galileia, colocamos no GPS a direção ao Monte das Bem Aventuranças.

No local há uma igreja bonitinha e um jardim super bem cuidado. De acordo com a tradição cristã, foi neste local que Jesus proferiu o sermão da montanha, que dita os preceitos gerais que todos devem seguir para obter a salvação.

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Saindo de lá, descendo o morro, fomos em direção a Caphernaum, cidade citada na Biblia como local de residência do apóstolo Pedro e de várias pregações de Jesus. Hoje há no local uma igreja construída sobre as ruínas da cidade, que estão expostas para visitação.

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Um pouco mais a frente, chega-se em Tabgha, onde teria ocorrido o milagre da multiplicação dos peixes. O local é também marcado por uma igrejinha.

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Terminado o roteiro, retornamos à Tiberias e passamos o resto do dia por lá, descansando um pouco da maratona do dia!

 DIA 04 – YADERNIT + JERUSALEM

Para variar, acordamos cedinho e nosso destino final era finalmente Jerusalém. No caminho, passamos por Yadernit, um local onde passa o Rio Jordão e os peregrinos param para serem “batizados” como Jesus.

 Aqui vou ser bem sincera, passamos por lá porque era caminho. Não quero “menosprezar” a visita, mas, pelo que li nos guias, o local em que o batismo de Jesus teria ocorrido fica na verdade do lado jordaniano do rio. O Yadernit é um lugar simbólico, representativo…mas, é claro, o que vale mais é a energia do local e a fé de cada um. Pelo que vi, as pessoas “batizadas” saíam da água bastante emocionadas.

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Há uma estrutura bem turística por lá, com lojinhas e serviço de foto para o batismo.

 Saímos de lá direto para Jerusalém (post especial aqui)

 DIA 05 – BELEM + JERUSALEM

 Depois de passar quase o dia todo aproveitando Jerusalém (post aqui), pegamos o carro e fomos até Belém (ou Bethelem). Há agencias em Jerusalém que oferecem este passeio de meio-dia, mas resolvemos ir com nosso carro pra ficar mais em Jerusalém. Há também uma opção de ir de ônibus, saindo do terminal do portão de Damasco.

 A ida para lá de carro rendeu dicas preciosas!

 Apesar de ficar muito próxima à Jerusalém (cerca de 10 km), a cidade de Belém fica em território palestino.

Demoramos para perceber que isso estava deixando nosso GPS maluco. Há uma opção no GPS Garmin para “evitar áreas de conflito”. Nós nem sabíamos que isso existia até então, mas, como a opção estava marcada, o GPS não deixava a gente se aproximar de Belém…

 Fomos seguindo as placas da estrada mesmo e o caminho foi tranquilo.

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A cidade é cercada por muros, construídos por Ariel Sharon para separar Israel das áreas palestinas sob a alegação de impedir a ocorrência de atentados terroristas. Já nas proximidades, onde há um posto de controle de entrada, diversos “flanelinhas” ficam do lado de fora da cidade tentando parar os turistas dizendo que não é possível entrar na cidade em carros com placa de Israel. Eles se oferecem para guardar seu carro e te levar em vans para o interior da cidade.

Não acredite neles. Dá sim para entrar com carro de placa israelense, em especial se o carro for alugado (dá pra saber isso pq todos os carros alugados são brancos e cheios de adesivos imensos com o nome da empresa locadora). Os táxis israelenses não entram, te deixam na “fronteira” e dá pra pegar um táxi palestino do outro lado.

Passamos pelo posto de controle e entramos na cidade.

Como o incidente do GPS nos atrasou um pouco fomos direto ao ponto principal, a praça da Manjedoura, onde fica a Igreja da Natividade. No caminho daria pra visitar a Tumba de Raquel, local sagrado para os judeus, fortemente vigiado por guardas israelenses.

 Para chegar na praça principal, basta seguir as placas. Na frente da Igreja há um estacionamento.

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A igreja foi construída no século IV d.C. e passou por uma reconstrução no sec.XIX.

A Igreja é bastante simples (a entrada é um buraco de pedra de 1 m de altura), o que contrasta com a importância do acontecimento por ela homenageado: o nascimento de Cristo. A sobriedade, porém, pode ser explicada pelo mesmo motivo que justifica a modéstia estrutura da Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém: dada sua importância, o controle da igreja é dividido entre diversas denominações cristãs, de forma que as obras de conservação, restauração e reforma dependem do consenso entre todas elas…como o consenso nunca ocorre, praticamente não há manutenção.

Dentro da igreja, fica a gruta onde, segundo a tradição cristã, nasceu Jesus. Há sempre uma fila enorme de peregrinos que querem tocar na estrela que marca o ponto exato onde o nascimento teria ocorrido. Aqui também vale a dica dos horários alternativos (cedinho ou já no fim da tarde/começo da noite)

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Após a visita, retornamos a Jerusalém. O controle de saída é bem mais reforçado que o da entrada….

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DIA 06 – MASADA, MAR MORTO + JERUSALEM

Neste dia passamos a manhã e a tardezinha em Masada e no Mar Morto e o resto do dia em Jerusalem.

O caminho até Masada, que foi reconhecida pela Unesco como Património Histórico da Humanidade em 2001, é bonito e bem sinalizado.Há alguns postos de controle israelenses, mas nada que impeça a viagem independente.

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O complexo turístico conta com estacionamento, restaurantes e lojinhas. O sítio arqueológico é bem organizado, com plaquinhas explicativas e mapas que indicam as principais atrações a serem visitadas.

Masada era uma fortaleza judaica localizada em um monte rochoso de difícil acesso próximo ao Mar Morto. Por conta da localização estratégica, o rei Herodes, após a conquista do local entre os anos 37 e 31 aC, mandou erguer um enorme palácio, cheio de piscinas e casas para hospedes. Os inúmeros armazéns e cisternas indicam que o palácio foi construído para aguentar por bastante tempo um eventual cerco. Após a morte de Herodes, alguns judeus se refugiaram da invasão romana no local e resistiram por 2 anos até a definitiva conquista. A fortaleza ficou esquecida e abandonada por um tempão, até ser “redescoberta” em 1838. O parque foi aberto ao público em 1966.

É possível acessar o topo por um teleférico ou por uma trilha íngreme (Caminho da Cobra) que, sinceramente, só loucos resolvem fazer naquele calor infernal! Alguns mais empolgados começam a subir a trilha ainda de madrugada para ver o nascer do sol na fortaleza.

A vista do topo é realmente espetacular. É possível avistar o enorme deserto de um lado e o azul intenso do Mar Morto do outro.

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Ein Bokek – Mar Morto

Saindo de Masada fomos aproveitar uma das praias do Mar Morto. O Mar Morto é o ponto mais baixo da Terra (417 metros abaixo do nível do mar). A salinidade anormal da água é fruto da evaporação da água em velocidade maior do que a da reposição.

O mar também é famoso pelas propriedades de cura vindas dos minerais presentes na lama e do brometo (isso mesmo!) do ar. Confesso que eu estava interessada mesmo nas propriedades cosméticas dessa lama toda e principalmente em levar pra casa um potinho com essa fonte de juventude rsrsrsrsr!

Ao longo da costa do mar, há diversos “complexos” de hotéis, praias, spas, alguns públicos outros privados, acessados mediante o pagamento de uma taxa.

Para quem desejar e tiver tempo, penso que seria uma boa passar uma noite em algum dos spas para aproveitar os tratamentos e aproveitar a estrutura que a maior parte deles oferece na costa.

Como disponibilidade de tempo não é nosso forte, resolvemos ir a alguma praia que oferecesse tudo que um bom turista no Mar Morto quer: flutuar e se encher de lama!

A estância balneária mais famosa é a Ein Gedi, que faz parte de um kibbutz de mesmo nome. Ir lá é uma oportunidade para conhecer o kibbutz, um tipo de comunidade típica israelense com origem no comunismo que prega a autossuficiência e a divisão equitativa da produção. Sendo o local mais famoso, é também o mais turístico…passamos lá na frente e o estacionamento estava tão cheio de ônibus turísticos que resolvemos ir a uma opção mais “local”.

Se Ein Gedi não estivesse tão cheio, iria optar por ficar por lá, porque sabia que a estrutura era muito boa e queria conhecer o kibbutz. Porém, como estava impossível, seguimos uma dica que tinha visto no Guia da Folha e fomos para Ein Bokek, um complexo menor que, embora não estivesse vazio, não tinha sinal de turistas….

O complexo é público, oferece chuveiros e banheiros. A parte ruim é que poucas pessoas falam inglês, tive que fazer uma baita mímica para conseguir comprar um potinho de lama!! Rsrsrs

A lama de Ein Bokek não está tão acessível (não da pra usar a lama do chão mesmo, ela fica disponível em algumas “fontes” ao longo da praia), então fomos na barraquinha e compramos um potão da lama retirada de outro local mais à frente..era super barato e, afinal, não podíamos passar sem a tradicional foto né?

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A experiência de entrar no Mar Morto é única! A água é tão densa que é viscosa e realmente não dá pra afundar. A única recomendação é não mergulhar e evitar entrar na água se estiver com algum machucado porque vai arder bastante.

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Após o banho de mar, tomamos uma ducha, demos uma volta nas lojinhas e voltamos à Jerusalém.

*DICA PARA AS MENINAS: As principais marcas de cosméticos do mar morto são a AHAVA e a PREMIER. Não são super baratas, mas bem mais em conta que no Brasil. Trouxe de lá um creme da Ahava e uma máscara da Premier. A da Premier achei meio oleosa, mas o creme da Ahava é ótimo!! Recomendo!!

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37 thoughts on “Israel dia a dia

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    • Olá! Sim, reservamos todos pelo booking.com sempre considerando a localização (próximo aos principais pontos turísticos) e os comentários postados no site! Se tiver alguma dúvida quanto a melhor localização em alguma das cidades, fique a vontade para perguntar! Abs

  4. Olá, meu nome é Robson Muniz e posso dizer com certeza que o seu blog é o único que me encorajou a fazer Israel por conta própria. Está rico em detalhes. Parabéns. Só uma perguntinha. Não falo nada de Ingles, nas minhas viagens a Exterior sempre me viro com os tradutores de internet, inclusive um novo agora, que o Google lançou que funciona sem aceso a internet. Vou com minha esposa e filho de 9 anos. Nos Estados Unidos e Europa me virei com meu portunhol e com aplicativos.O que tu achas?O ingles vai ser uma barreira em um país com tanta cultura ou meu guia da folha e minhas muitas informações pela internet, inclusive bíblicas,( assitir 2 vezes a serie ” A Biblia” do Hystory channel) será suficiente?

    Desde já agradeço

    • Olá robson! Ficamos felizes de ter te incentivado a fazer essa viagem por conta, nós adoramos, pois deu liberdade para fazer as coisas no nosso ritmo! Quanto à comunicação, creio que se voce se virou bem na Europa e EUA, não terá problemas em Israel. Nas partes turísticas há muita informação em várias línguas e uma ótima estrutura e, caso vc opte por um Day tour, as agências também costumam oferecer em espanhol. Nos lugares pouco turísticos (no nosso caso, foi só no mar morto, pois resolvemos não ir ao balneário turístico) tivemos que nos virar na mímica, pois não tínhamos aplicativo! Rsrsr, mas deu certo! Não recomendaria ir sem inglês à Jordânia pois lá a estrutura é menos amigável e é preciso se comunicar mais pra entender as coisas! Estamos à disposição para ajudá-lo se tiver mais dúvidas! Não se esqueça de voltar pra contar como foi!! Bjs

      • Muito obrigado pela atenção!!!Acredito que sim , vou lhe incomodar mais vezes.Espero também orientar os próximos viajantes independentes .Por enquanto só comprei as passagens.Vou com minha esposa e filho de 9 anos(Terra Santa, tinha que levar meu garoto).Minha idéia é seguir mais ou menos seu roteiro, contratando um guia para 1 dia na minha chegada pra me levar até Jerusalem e me deixar a par do local. De resto devo ficar mais 2 dias em Jerusalém e começar a subir pelo Litoral até chegar na Galiléia.Pretendo ir a Massada também e tirar um dia pra fazer Belem e Jericó.Nesses 2 locais especificamente existe alguma dificuldade maior(fora a fronteira) para ir? Sei que na faixa de Gaza e em Hebron a situação está meio complicada , mas não vi nada sobre Belem e Jericó. Alguma restrição em relação a religião( sou cristão)?

        Desde já agradeço

      • Oi robson, fomos apenas a Belém, mas falei com pessoas que foram a jerico também sem problemas. Em Belém realmente o maior “obstáculo” foi a fronteira já que fomos de carro e do lado de fora havia vários “flanelinhas” dizendo que não conseguiríamos entrar com o carro com placa de Israel. Isso não é vdd para carros alugados, mas eles querem mesmo é q vc deixe o carro do lado de fora e “contrate” um tour com eles. Se vcs forem de táxi, ai sim tem que descer na fronteira e pegar um táxi palestino pra seguir caminho. Nós entramos com o carro alugado tranquilamente e dentro da cidade tbm há placas indicando os locais turísticos, por isso não há problemas em localizá-los. Não há problema com relação à religião, a enorme maioria de turistas é cristã, os locais católicos sagrados são sempre os mais cheios e movimentados! Para vocês que não estarão de carro, o mais simples seria certamente contratar um tour rápido q sai de Jerusalém e passa o dia nessas cidades. Com certeza o guia que vc contratar para Jerusalém poderá te indicar algum tour. Se optarem por algo mais independente há ônibus que saem da estação de Jerusalém (bem próxima a um dos portões da cidade velha) para Belém e jerico. Recomendo que vc passe no centro de informações turísticas que fica dentro da cidade velha para pegar informações sobre os números dos ônibus e horários, principalmente pra não correr o risco de pegar um shabat ou outra comemoração religiosa, quando quase tudo para de funcionar…

  5. Jóia, obrigado pela informação.Os Palestinos conseguem diferenciar o veículos que são alugados como ?Corro algum risco de algum onibus , ou caso alugue um carro, entrar em território Palestino sem eu perceber?

    • Os carros alugados são brancos e cheios de adesivos com os nomes das locadoras! O risco é baixo já que normalmente há guardas nas “fronteiras” e nessa região da sua viagem só teria jerico e Belém na Palestina que como são áreas turísticas tem bastante sinalização e controle. Ah, e se for alugar carro, há Gps q tem opção “evitar zona de conflito”. Vc pode ativar essa opção durante a viagem, mas deve desativá-la quando for à Belém e jerico pois senão ele não dá o caminho!

  6. Olá, pretendemos ir em fev/15 , não temos muito dinheiro você poderia no dar dicas de hotel ou hostel.?
    E se precisaremos contratar guia.
    e qual companhia aérea devemos começar a cotar passagem,
    e com relação a dinheiro devo levar dólar tb,

  7. Olá , boa tarde novamente. Apareceu mais uma dúvida e gostaria de saber se vc pode me ajudar.Além da segurança reforçada no aeroporto, há alguma coisa mais que eu precise saber?. Falei com uma pessoa que quer me vender o pacote terrestre que disse que preciso enviar meu passaporte por email pra algum sistema ,pra eles conferirem no aeroporto, É vdd isso ?Não li nada sobre isso.Disse também que na volta algum judeu tem que ir comigo até o aeroporto, pois a saída de Israel é mais fiscalizada que a entrada. O que vc me diz ?

    Desde já agradeço

  8. Oi Robson, boa tarde! Também nunca li nada a respeito e não tive problemas. Não enviei cópia de passaporte e nem precisei da companhia de algum judeu para voltar. Nenhum procedimento diferente das imigrações comuns, a não ser, é claro, a segurança mais reforçada. Talvez ele esteja te orientando de maneira geral, sem considerar a nacionalidade, pois não são todos os países que têm a isenção de visto prévio que permite pegar o visto logo no aeroporto. O Brasil tem esse acordo e cidadãos brasileiros tem direito a essa isenção! 🙂

    • Oi Robson, tudo bom? Não usamos sim card em Israel, mas sei que eram vendidos nos correios, vc nao deve ter problemas pra comprar, desde que seu celular esteja desbloqueado. Abs

      • Obrigado novamente!!!!. Deixe lhe incomodar novamente.Vou ter 5 dias livres e vou pra Eilat tentar ir ao Egito. Não estou muito seguro em relação a situação do Egito pra levar meu filho e esposa por conta.Estava pensando em chegar por lá ficar um dia e procurar alguma agencia que faça em 4 dias Sinai e Cairo.Acho com facilidade? Caso decida ir por conta própria, vc lembra se consigo alugar um carro em Taba?Realmente é perigoso?Desde já agradeço

      • Oi robson, olha, eu gostaria muito de ter ido ao Egito, mas não fui justamente pela questão da segurança. O cenário lá está instável já há um tempo né? No seu lugar com certeza contrataria uma agência. Infelizmente não conheço nenhuma para indicar, mas eilat é uma cidade bem turística. Certamente há agências boas por lá, talvez valha a pena pegar indicação do hotel, dar uma olhada no tripadvisor tbm ajuda bastante!! Bjs

  9. Bom dia. A eu novamente !!!!!!. A maioria das atrações tem que comprar tickets ou a maioria é gratuita?. Sei que Massada fica + ou – 90 shekels por pessoa.Os museus cobram? As praias no mar morto, como funciona?To finalizando meu roteiro com os custos.Na Europa sempre encontra restaurantes com menu turísticos, e lá?Desde já agradeço

  10. Olá Karine, tenho lido constantemente seu blog pois ele está ótimo e com dicas excelentes. Estou indo com meu marido no próximo mês para Israel e estou pensando seriamente em alugar carro .
    Como você fez com a questão de GPS, você baixou algum que trabalha off line ou comprou chip com plano de dados ou usou GPS da locadora que nem sei se ainda existe.

    • Oi Maria, mil desculpas pela demora na resposta, por algum motivo não fomos notificados para responder a tempo… Vc foi para Israel? O que achou? Conta pra gente!! Abs

  11. Olá. Gostei bastante do seu relato.
    Sempre viajo de forma independente, mas estava com um certo receito quanto à Terra Santa, devido aos constantes conflitos da região. Confesso que estou mudando esse conceito.
    Seus relatos estão com ricos detalhes. Gostaria de saber como você fez em relação à locomoção, tanto entre as cidades como na própria cidade, indo para um passeio e outro.
    Também gostaria de saber se você fez bases e de lá fazia passeios diários para os locais turístico próximos.
    Em relação ao mar morto, você disse que não foi ao Balneário Turístico. E como você fez?
    Parabéns novamente e obrigado.

    • Oi Francisco, que bom que gostou! Também gostamos de viajar sozinhos e tivemos esse receio….por isso fizemos questão de detalhar da melhor forma possível! Nos locomovemos de carro tanto entre as cidades como para as atrações). Alugamos um pela internet mesmo no site da locadora e pegamos no aeroporto. Os carros alugados são reconhecíveis por serem todo adesivados com o nome da locadora (acho que por questão de segurança). As estradas são ótimas, há ampla sinalização, lugares para estacionar e o Gps funcionou direitinho (a não ser pelo pequeno imprevisto que descrevemos no post sobre Belém e demos as dicas de como evitá-lo).

      Fizemos duas bases principais: a cidade de Tiberias (tbm chamada de Tiberiades) e Jerusalém. Antes de chegar a Tiberias, porém, dormimos uma noite no caminho até lá, pra poder conhecer Cesarea, Haifa e Akko (qualquer dessas três cidades são no caminho de Tel Aviv a Tiberias e da para visitá-las no mesmo dia se começar cedo), escolhemos um hostel bem simples perto de Cesarea porque era a primeira cidade e era só pra passar a noite mesmo (do lado de Cesarea mesmo só há resorts caros), mas Haifa seria uma boa pedida pra essa noite também!

      De Tiberias fizemos nossa base para visitar Nazareth, Capharnaum, Kana, que são bem próximas … Para esses lugares fomos de carro e paramos em estacionamentos locais ou na rua mesmo quando dava.

      Seguimos para jerusalem, nossa outra cidade base, passando por Yardenit (local do batismo de Cristo) que é no caminho. Como dentro da cidade murada de Jerusalém não circulam carros, fechamos um hotel do lado de fora, bem perto do portão. Dentro da cidade murada dá pra fazer tudo a pé. Para as atrações do lado de fora da muralha (como o museu do holocausto) dá pra ir de carro.

      De jerusalem, fomos de carro um dia para Masada e mar morto e outro dia para Belém. No mar morto há várias estâncias em que se pode parar. A mais famosa (que quase todos os tours levam) é Ein Gedi. O nome da que fomos é Ein Bokek e é fácil chegar la colocando no Gps, são todas beirando o litoral. Ouvi bons comentários também sobre a Mineral Beach, pode ser uma outra opção!

      Espero ter ajudado, se tiver mais alguma dúvida é só perguntar por aqui!! E mande notícias da viagem!! Abs

      • Boa noie Karine!! Estou maravilhada com suas dicas. Postagens excelentes! Parabéns!!!
        Vou viajar em outubro/2016. Ficarei do dia 26/10/2016 até o dia 01/11/2016, Vou com meu namorado e um casal de amigos. Como nunca viejei poara fora do Brasil, eu e meu namorado estamos perdidos, sem saber onde nos hospedar, em qual cidade, pois nossos amigos são solteiros e não se incomodam em dividir quaro e banhiro com várias pessoas.
        Estamos sem grana e queria dicas de onde vocês ficaram, se ficaram em quarto duplo/casal com banheiro privativo ou misto, se ficaram em quaros com banhero compartilhado…. Acabamos reservando o Abraham Hostel em Tel Aviv, meio sem nossa vontade, e 6 dias em Jerusalem, no Palm Hostelem Jerusalém.. Em tel aviv, o quaro é misto, o que não foi de minha vontade e em jerusalem, o quarto privado. Minha divida é justamente isso. Local barato porem digno de se hospedar e em qual cidade seria melhor.
        Meu roteiro é praicamente o mesmo que o seu.
        Seria melhor ao inves de 06 dias só em jerusalém, ficar em Tiberiades e jerusalém?
        Me ajude, por favor.!!!
        abraços.

  12. Boa noite Karine!! Estou maravilhada com suas dicas. Postagens excelentes! Parabéns!!!
    Vou viajar em outubro/2016. Ficarei do dia 26/10/2016 até o dia 01/11/2016, Vou com meu namorado. Como nunca viejei para fora do Brasil, eu e meu namorado estamos perdidos, sem saber onde nos hospedar, em qual cidade, Estamos sem grana e queria dicas de onde vocês ficaram, se ficaram em quarto duplo/casal com banheiro privativo ou misto, se ficaram em quaros com banhero compartilhado…. Acabamos reservando o Abraham Hostel em Tel Aviv, e 6 dias em Jerusalem, no Palm Hostelem Jerusalém.. Em tel aviv, o quaro é misto, e em jerusalem, o quarto privado. Existe algum contratempo em se hospedar em qurtos mistos? ou seja, os hospedes costuam respeitar os demais hospedes? Meu roteiro é praicamente o mesmo que o seu.
    Seria melhor ao inves de 06 dias só em jerusalém, ficar em Tiberiades e jerusalém?
    Me ajude, por favor.!!!
    Moeda. É melhor trocar nossa moeda pela moeda deles já aqui no Brasil ou troco tudo por dolar? ou o que você me sugere?
    abraços.

    • Oi Renata! Que bom que gostou do post. A opção dos hostels sempre é perfeita para viajantes que querem economizar. Os hostels recebem muitos estrangeiros e sempre têm muitas dicas e facilidades pra os turistas com orçamento limitado! Nessa viagem não ficamos em hostel porque acabamos achando promoções boas de hoteis baratos (de rede tipo Ibis – no post há o link dos hotéis que ficamos), mas já ficamos em várias outras viagens sem o menor problema. Israel recebe muitos turistas e sem dúvida têm hostels bons e com infraestrutura bem melhor do que hotéis baratos. Uma dica boa é procurar as avaliações do hostel em sites confiáveis como tripadvisor, hostelworld e booking. Nesses sites, os viajantes postam todas as impressões que tiveram dos lugares. Quanto às cidades, se for pra escolher uma base só, seria com certeza Jerusalém. Vocês vão estar de carro? Se forem alugar carro, acho que vale a pena ficar em Tiberíades umas duas noites, mas se não forem, melhor ficar mesmo em Jerusalém, pois de lá é bem mais fácil achar os transportes publicos para qualquer atração em Israel. Quanto ao dinheiro, eu sempre prefiro comprar dolar e trocar no lugar. Isso porque no lugar, olhando o preço das coisas, da pra ter uma noção melhor do quanto vai gastar e aí troca só o necessário e evita ficar com uma moeda dificil de ser trocada de volta no Brasil. Se voltar com dolar, pode guardar pra uma proxima viagem, gastar no duty free ou trocar com mais facilidade.

      Uma dica legal é fazer o free walking tour de Jerusalem. é uma opção economica e bem interessante de conhecer a cidade! Da uma olhadinha nesse site http://www.newjerusalemtours.com/ . Nós fizemos e recomendamos muito. Além do free tour eles oferecem tours pagos que tem preços bem bons…normalmente bem mais baixos do que as agencias normais!

      Espero ter ajudado! Qualquer dúvida é só postar novamente! Aproveite bastante, essa viagem é demais!

      • Olá Karine!
        Te agradeço imensamente!
        Qualquer outra dúvida, lhe perguntarei, com certeza!
        Abs.

  13. boa tarde Karine,
    Você pode me orientar quanto ao visto de trânsito para o canadá? Soube que precisa comprovar renda. Sou autônoma. Temo que recusem meu pedido.
    Outra dúvida, tenho que anexar carta de solicitação para o consulao do Canadá?
    Te agradeço desde já!
    Abraços.
    Renata.

    • Oi Renata tudo bom? Desculpe a demora na resposta, estava sem acesso à internet nos últimos dias. Infelizmente não posso te ajudar muito com essa info porque não fui ao Canadá (ainda 😊). De qq forma, vc tem o visto americano? Porque a partir desse ano (2016) ouvi dizer que o Canadá parou de exigir vistos de brasileiros que já tenham o americano. Ah, tbm tem um site ótimo que explica o passo a passo: http://www.vistorapido.com/artigos/como-tirar-visto-canadense-tutorial/…. Boa sorte! Bjs

      • Boa tarde Karine!
        O visto de trânsito ou precisar para a conexão para Israel.
        Agradeço imensamente a sua atenção!!!
        bjossss

  14. Olá Karine! Segui suas dicas e fiz uma viagem excelente em junho, só que fiquei receosa de alugar carro e fiz tudo por conta , usando transporte público mesmo, só pra Nazareth que fui de tour contratado.
    No dia que fui a Belém também fui a Jericó e vou te dizer valeu muito, a rodovia de Belém a Jericó é linda no meio do deserto da Judéia e com declives muito interessantes. Jericó também é um passeio e tanto. Agora minha amiga quer levar a mãe idosa e quer muito que eu vá com ela, desta vez de carro. Fiz uma pergunta acima e você não me respondeu, deve ter passado despercebida., rsrs. Você baixou algum GPS no seu celular? Qual deles ? Ou usou chip. Fico com receio de depender de GPS off line e ter problemas. Aguardo seu retono.

    • Oi Maria que bom que gostou! Que delicia parece ser essa rota a Jericó, hein? Realmente o país é incrível! Desculpe, acho que esqueci mesmo de responder, usamos um gps que levamos do Brasil da marca garmin. Antes de ir, compramos um chip com os mapas de Israel, mas isso foi há um tempo, certamente há opções de atualização online, sugiro dar uma olhada no site deles na internet. Se ela falar inglês, pode alugar o carro já com gps com o mapa mais recente. Abraços

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