Kathmandu – o que conhecer!

O primeiro dia que tive para conhecer Kathmandu era feriado, Vesak – celebrado como aniversário de Buda. Se de um lado eu fiquei infinitamente feliz de, por coincidência, poder estar entre budistas num dos feriados mais importantes para eles, fiquei igualmente assustada com a confusão de gente indo nos templos que eu queria conhecer.

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Fomos primeiro no complexo de Swayambhunath, mais conhecido como “Monkey Temple” em função da quantidade enorme de macacos que vivem por lá. São dois acessos para chegar ao templo: pela estrada ou por uma escadaria de 365 degraus. Como esta alternativa estava absurdamente cheia,  não tínhamos outra opção senão chegar pelo lado da estrada.

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O complexo abrange um monastério, uma estupa com os olhos de Buda pintados,  e vários santuários. O local é um ponto de peregrinação bem relevante para os budistas e ponto imprescindível em uma viagem à Kathmandu.

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Em seguida, fomos conhecer a Durbar Square (Bhaktapur), no centro da cidade velha, considerada Patrimônio Mundial pela Unesco. É preciso pagar uma taxa na hora pra entrar na praça (menos de cinco dólares) e desfrutar daquele lugar tão particular. E ali dá pra ter uma dimensão da importância da religião mais importante do Nepal, o hinduísmo: são diversos templos e estátuas dedicadas às suas divindades.

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Há, inclusive, um dos templos todo esculpido em madeira e com motivos um tanto atípicos (pra um templo, pelo menos!): várias posições do kamasutra. Meu guia me contou que foi feito em uma época pra incentivar o crescimento populacional…

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Na praça fica também o antigo palácio real, hoje um museu interessante para conhecer mais a história política (bem conturbada, aliás) do país.

Ao lado, há a casa onde fica a Kumari, a menina deusa adorada no Nepal. Não pude bater fotos lá dentro, e sem ver pessoalmente a pequena divindade, tive que me contentar em ouvir o guia me contar sobre ela.  A deusa é escolhida entre meninas de quatro a sete anos com certos padrões de beleza e submetidas a um ritual um tanto macabro: colocam as crianças em um quarto escuro com cabeças de animais mortos e aquela que não chorar e melhor controlar seus medos tem mais indícios de ser a divindade. Mas é um título temporário: quando ocorre a primeira menstruação da menina, ela deixa de ser considerada deusa e volta à vida comum.

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Outro personagem importante e bem excêntrico na vida e nas ruas do Nepal: os saddhus, homens de barbas e cabelos longos que abdicaram de todas as tentações mundanas para viver adorando shiva, um dos principais deuses do hinduísmo. Para bater foto (e eu não resisti!), eles cobram uma “colaboração”.

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À tarde, fomos conhecer a Bodhnath Stupa, maior “estupa” do país. E, realmente, é monumental, enorme e com aqueles olhos de Buda pintados de todos os lados que parecem te acompanhar por qualquer lugar que você vá.

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Outra atração igualmente imperdível (que falei no primeiro post!) é passear pelas ruas de Thamel, o bairro mais animado e movimentado de Kathmandu. Caótico, e com tudo em excesso: gente, poeira, placas e lojas. Vendem equipamentos de trekking (tudo que você possa precisar) e joias (com pedras lindas e a maioria em prata), com preços muito mais em conta do que no Brasil, além, claro, de várias lojas de souvenirs e estátuas de Buda e de divindades hindus. Mas precisa pechinchar –  mas nada do que dar aquela chorada, falando que já gastei muito pra ir do Brasil até lá não tenha funcionado um pouco!rs

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Outro ponto positivo de Thamel é reunir uma grande quantidade de restaurantes: dá pra provar da culinária local e, quando cansar da pimenta típica deles, se refugiar em um italiano! Mas não vá de pizza antes de provar os pratos típicos do país: dentre eles, o Momo, um tipo de pastelzinho de carne picante e o “Daal Bhatt Tarkari” – um combinado de sopa de lentilhas, legumes cozidos, molho curry e o meu salvador: arroz branco praticamente sem sal! Única coisa que me salvava de tanta pimenta!hehe

Momo – normalmente é mais bonitinho e não é tão “pálido” assim!

Daal – pela quantidade de arroz, já dá pra ter uma ideia porque eu devo ter engordado uns 5kgs nesta viagem!rs

 

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One thought on “Kathmandu – o que conhecer!

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