Dia 1 – Pisa e Firenze

As considerações gerais sobre a Toscana estão aqui.

No primeiro dia, caímos da cama e pegamos a estrada às 07:00 da manhã em direção a PISA. É muito fácil fazer o trajeto de trem, mas como estávamos com pouco tempo, não queríamos ficar presos a horários predefinidos e fomos de carro. O VnV tem um post ótimo explicando como fazer o trajeto sobre os trilhos.

Por volta das 08:00 chegamos lá e foi ótimo, porque estava bem vazio, mas quando deu umas 9:00 já começaram a chegar varias excursões e superlotar o lugar, que perdeu o charme! Um amigo uma vez disse que o ditado “Deus ajuda quem cedo madruga” foi inventado por um turista hahaha.

Em Pisa, focamos nossa visita só na Piazza Dei Miracoli, que tem a famosa Torre de Pisa, além da Catedral e do Batistério. A praça é linda e vale a visita.

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No verão, você pode subir na torre a partir das 08:30, mas achamos que não ia valer tanto a pena, só se você fizer questão de falar que subiu, porque a vista em si não deve ser nada demais – afinal, a melhor atração do lugar é a própria torre. Quando deu esse horário, já tínhamos admirado e tirado várias fotos da torre, então saímos pra conhecer os outros prédios da praça e depois ir embora.

obs.: caso queira subir na torre, o melhor é já ir com seu ticket comprado, pra evitar as filas.

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A foto típica do turista!

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Batistério – também torto!

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Catedral

Chegamos em FIRENZE por volta das 10:00 e aproveitamos que estávamos de carro para ir até a Praça Michelangelo um pouco afastada do centro histórico.

A Praça em si não tem nada, além de uma réplica do Davi, mas vista lá de cima é a melhor que se pode querer de Firenze.

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Numa só foto: Ponte Vecchio, Palazzo Vecchio e Duomo

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Réplica de Davi

Como ainda estávamos do outro lado do rio e pra otimizar o máximo nosso tempo, fomos de carro até bem pertinho da Ponte Vecchio. Dá pra estacionar a cerca de um quarteirão do começo da ponte do lado do rio onde fica o Palácio Pitti, antiga residência dos Médici.

Aliás, os Médici eram praticamente donos da cidade, a família mais influente e poderosa do lugar. Quase tudo lá é relacionado a eles.

A Ponte Vecchio liga as duas extremidades do Rio Arno e é um pouco diferente das demais porque é inteira cercada de lojinhas. Antigamente, essas lojas eram açougues, mas depois da construção do Corredor Vasariano (vou falar mais pra frente) foram substituídos por lojas de ouro, por causa de cheiro desagradável que subia ao corredor.

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Ponte Vecchio

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Andamos de uma extremidade à outra da ponte, voltamos e partimos em direção ao Palácio Pitti. Não tivemos tempo de visitar o palácio por dentro, só por fora.

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Palácio Pitti

De lá, partimos para o centro histórico e deixamos o carro estacionado do lado de fora (não é permitido carro nas ruas do centrinho).

Estacionamos bem perto da Duomo, pois nosso hotel ficava naquela rua e no dia seguinte já partiríamos em direção a Siena. Nosso hotel era o B&B Le Stanze Duomo, um bed&breakfast sem luxo, mas bonitinho, barato e super bem localizado.

Fomos conhecer a Basílica de Santa Maria del Fiore (Duomo), o Campanile e o Batistério, que formam o Complexo Duomo. O ticket de 10 euros dá direito a todas as atrações. Veja aqui.

A Igreja e o Campanile são lindos por fora, com uma fachada de mármore colorido. O interior da catedral também é bem impressionante e é possível subir na famosa Cúpula de Brunelleschi (de onde se tem uma vista panorâmica tanto o interior da igreja, como da cidade). Acabamos pulando porque já era mais tarde e a fila estava gigante! Então optamos por subir no Campanile que, sinceramente, não achei nada imperdível.

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O Batistério é mais famoso por suas portas de bronze (réplicas, as originais estão no museu de Opera del Duomo), mas o interior com certeza valeu a visita.

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De lá, saímos em direção à Piazza della Signoria, passando pelo Mercato Nuovo, pra conhecer um pouquinho as lojas e parando no famoso Porcellini pra passar a mão no seu focinho. Diz a lenda que quem faz isso volta pra cidade e eu quero voltar um dia pra conhecer tudo com mais calma!

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Ainda no caminho, paramos na Piazza Della Republica pra um pitstop no famoso Café Gilli, fundado em 1733.

A Piazza della Signoria foi o centro da vida política de Florença por vários séculos e abriga outra atração turística da cidade, o Palazzo Vecchio, antiga sede do governo e atual Prefeitura. Há um museu dentro do Palácio, mas não chegamos a visitar.

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Na praça também está a Galeria Uffizi, mas nossos ingressos eram só para o final da tarde (a seguir). Ainda na praça, olhando para o Palácio à direita, está o chamado Loggia dei Lanzi, um tipo de terraço com várias esculturas, dentre elas as famosas O Rapto da Sabina e Perseu com a Cabeça de Medusa.

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Pra terminar as atrações da Signoria, vale a pena parar no Café Rivoire, outro café tradicional da cidade.

Como o tempo era curto, acabamos deixando passar a Galleria dell’Academia, onde fica o original Davi do Michelangelo. Achamos que seria muito tempo pra só uma escultura, mas se estivesse num roteiro mais tranquilo, não deixaria de ir.

Entre a Academia e a Uffizi, optei pela Galleria degli Uffizzi, com um acervo bem mais completo.

Reservei os ingressos online (no mesmo site, dá pra comprar também o da Academia e é altamente recomendável, porque as filas são grandes). Chegando lá, informe-se onde trocar sua reserva pelo ticket, pra evitar de pegar a fila errada. Escolhemos o último horário, assim liberou quase o dia inteiro pra conhecer o resto da cidade.

A Uffizi ou algo como Galeria dos Ofícios foi construída depois que o Palazzo Vecchio ficou pequeno para abrigar todos os escritórios administrativos do governo Médici. A galeria, por muitos anos, também abrigou obras de arte da coleção da família.

Lá dentro não pode bater foto, mas além do acervo incrível de obras de arte, a arquitetura do lugar é um show à parte. No topo da galeria também tem um café com vista panorâmica pro Palazzo Vecchio.

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Corredor da Uffizi

Caso seu problema não seja tempo, fica aqui uma dica que fiquei morrendo de vontade de conhecer. Da Uffizi, sai o Corredor Vasariano, que ligava o antigo escritório dos Médici à sua residência no Palácio Pitti, passando por cima da Ponte Vecchio. Pelo o que pesquisei na época, as visitas são meio exclusivas e necessariamente guiadas.

obs.: nosso roteiro foi bem compacto e, como falei, deixamos de entrar em alguns lugares (Academia, Palazzo Vecchio e Palazzo Pitti). Se estiver com tempo, reserve 2 ou 3 dias para Firenze dependendo do seu ritmo de viagem. 

Continua no Dia 2 e no Dia 3.

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3 thoughts on “Dia 1 – Pisa e Firenze

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