Siem Reap – Na Prática

Siem Reap é a cidade base pra todo mundo que quer conhecer o Complexo de Templos de Angkor Wat. Ela é ligada ao complexo por uma estrada que mais parece uma avenida, a uma distância de aproximadamente 7km.

No Camboja, o tempo é sempre quente. O que diferencia as estações do ano são as chuvas. Entre maio e outubro é a estação das chuvas. A estação seca vai de novembro a abril e se subdivide em duas. Entre novembro em fevereiro as temperaturas são mais amenas e nos meses de março e abril as temperaturas sobem bastante. Nosso guia de Angkor brincou com a gente que no Camboja as estações são chuva, quente e muito quente.

A cidade tem um aeroporto pequeno, mas que recebe vôos de diversas cias aéreas que fazem o sudeste asiático. Nós fomos de Bangkok, pela Cambodia Angkor Air (o skyscanner traz todas as opções de vôos das low costs asiáticas).

Pra entrar no Camboja é preciso visto, mas ele é tirado no aeroporto mesmo. É só preencher o formulário, levar uma foto 3×4 (pra agilizar, já leve uma do Brasil) e pagar uma taxa de 20USD. Bastante gente que entra no Camboja por terra tem problema com a cobrança de propina, mas senti que no aeroporto a coisa é bem mais profissional e foi bem tranquilo e rápido.

– O Centrinho

O centrinho de Siem Reap é bem pequeno e pode ser percorrido todo à pé. A região do Old Frech Quarter é a mais agitada, reunindo em mais ou menos 6 quarteirões restaurantes e bares um do lado do outro. A Pub Street é a rua principal.

A comida e a bebida na cidade são muito baratas! Na época em que fomos (abril de 2013 – sim, estação quente!) a cerveja custava 0,50 centavos de dólar. A comida do Camboja também é muito gostosa e agrada bastante o paladar dos brasileiros, porque não é picante como na Tailândia.

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A moeda usada com os turistas em Siem Reap é o USD. O preço dos tuk tuks, dos restaurantes e do comércio está todo em dólar, então nem adianta tentar trocar seu dinheiro pela moeda local.

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Centrinho de Dia

À noite o centrinho fica super agitado. Como a grande maioria dos restaurantes é por ali, todos os turistas que não jantam no hotel vão para lá. A rua mais movimentada é a Pub Street, cheia de bares e restaurantes.

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– Os Hotéis

Os hotéis mais luxosos não ficam tão perto do centro e se espalham perto da avenida que liga a cidade aos templos. Os hostels e budget hotels ficam grudados no centrinho.

Nós optamos por uma opção intermediária, que era perto mas não no meio do centro. Era a mais ou menos 1km, mas estávamos sempre tão cansados à noite que preferíamos o tuk tuk a 1 dólar rs.

A escolha de hotel é muito pessoal. Nós acabamos escolhendo um hotel intermediário porque não gostamos de gastar em hotel, mas como sabíamos que passaríamos bastante tempo dentro do hotel (pelo esquema que fizemos pra conhecer os templos), queríamos um pouco de conforto com uma piscina gostosa.

O hotel que escolhemos foi o Royal Bay Inn, que tinha quartos super confortáveis, todos com ar-condicionado e virados para o jardim/piscina, que era uma delícia. O café da manhã deixou um pouquinho a desejar, mas nada que trouxesse reclamações.

O roteiro do sudeste asiático está aqui e os posts sobre a Comunidade Flutuante e Angkor aqui aqui.

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3 thoughts on “Siem Reap – Na Prática

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